Pagou a passagem do próprio bolso? A parte da empresa pode ser cobrada de volta.
O vale-transporte é obrigatório para quem usa ônibus, metrô ou trem para ir trabalhar. Você paga no máximo 6% do salário-base, e a empresa paga o resto. Se ela não deu o vale ou descontou mais do que podia, dá para cobrar os últimos cinco anos.
Quem responde é uma pessoa da equipe, de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.
Avaliação sigilosa e sem compromisso
Advogada com OAB verificável
Atendimento online em todo o Brasil
Dra. Maryon PortesAdvogada trabalhista, OAB/SC 50.864. Atende só o trabalhador.
O que você precisa saber antes de dar esse dinheiro como perdido
Quatro pontos que mudam o que dá para cobrar, e que o RH quase nunca explica.
Você paga no máximo 6%
O desconto é de até 6% do salário-base, sem horas extras e adicionais. O que passa disso é da empresa.
A empresa prova a recusa
Se ela diz que você não quis o vale, é ela que tem de mostrar isso, como diz a Súmula 460 do TST.
Vale não é dinheiro
A regra é o vale ou o cartão de transporte. Em dinheiro, só em exceções, como a da empregada doméstica.
Dá para cobrar cinco anos
A parte da empresa pode ser cobrada até dois anos depois da saída, voltando cinco anos no tempo.
O vale-transporte é obrigatório, e a sua parte tem limite
A Lei 7.418 obriga a empresa a antecipar o vale-transporte a quem usa transporte público para ir e voltar do trabalho. As regras do dia a dia estão hoje no Decreto 10.854, que substituiu o regulamento antigo.
O custo é dividido assim: você paga até 6% do salário-base, que é o salário fixo sem horas extras, adicionais e comissões, e a empresa paga todo o resto. Se as passagens do mês custam menos que esses 6%, você paga só o valor delas.
O vale não é salário: não entra no 13º, nas férias nem no FGTS. Por isso, quando a empresa não entrega o vale, o que se cobra é a parte dela no gasto que você teve com passagem, mês a mês.
O vale-transporte não é favor da empresa. É uma obrigação, e a sua parte nunca passa de 6% do salário-base.
Onde está na lei
Na Lei 7.418 e nos artigos 106 a 117 do Decreto 10.854.
Quem tem direito
Empregados, temporários e domésticas que usam transporte público.
Quanto você paga
Até 6% do salário-base, e nunca mais do que custam as passagens.
Quem prova a recusa
A empresa, se disser que você não quis o vale (Súmula 460 do TST).
A passagem paga do próprio bolso, mês a mês, vira uma conta que a empresa pode ter de devolver.
Seis situações em que a empresa fica devendo o vale
Você ia de ônibus, metrô ou trem e pagava a passagem com o seu dinheiro, sem nenhum vale da empresa.
Prova: comprovante de endereço e o trajeto até a empresa.Lei 7.418, artigo 4º
Disse que você recusou
A empresa afirma que você não quis o vale, mas não tem nenhum papel assinado por você dizendo isso.
Prova: cabe à empresa mostrar a sua recusa por escrito.Súmula 460 do TST
Desconto acima de 6%
O desconto foi calculado sobre o salário com horas extras e adicionais, ou passou do custo da passagem.
Prova: os holerites, com a linha do desconto do vale.Decreto 10.854, artigo 114
Desconto sem vale entregue
A empresa descontou os 6% inteiros no mês de férias ou de afastamento, sem entregar vale nenhum.
Prova: os holerites e o aviso de férias do período.Decreto 10.854, artigo 115
Vale para parte do trajeto
O vale cobria só um ônibus, ou o fretado da empresa não chegava perto de casa, e o resto era seu.
Prova: o trajeto completo e o preço de cada passagem.Decreto 10.854, artigo 109
Dinheiro que não cobria
A empresa pagava um valor fixo em dinheiro, menor do que o custo das passagens do mês.
Prova: os holerites e o preço das passagens da época.Decreto 10.854, artigo 110
Quanto a empresa deve num ano sem vale
Um exemplo de quem pega dois ônibus para ir e dois para voltar e passou um ano pagando a passagem do próprio bolso. A passagem de R$ 5,00 é só uma hipótese, porque cada cidade tem a sua tarifa.
Salário-base
R$ 2.000
Passagem de exemplo
R$ 5,00 cada
Passagens por dia
4, duas na ida e duas na volta
Dias de trabalho
22 por mês, em 11 meses
Conta informativa, com tarifa hipotética e sem juros e correção. Não é promessa de resultado.
A parte da empresa que saiu do seu bolso
R$ 440 de passagem por mês, menos R$ 120 da sua parte de 6%
Meses 1 a 6 do contratoR$ 320 por mês, que eram da empresa
Meses 7 a 11 do contratoA mesma conta, mês a mês
Mês de fériasSem ida ao trabalho, não há vale a cobrar
Total que a empresa deve, sem juros e correção
Ainda trabalha lá, ou já saiu da empresa?
O caminho muda conforme o momento. Nos dois casos, a regra do vale é a mesma, e o prazo para cobrar já está correndo.
Ainda trabalho na empresa
Dá para pedir o vale a partir de agora
O pedido é feito por escrito, com o seu endereço e o trajeto, como manda o decreto
Se a empresa negar, o que ficou para trás pode ser cobrado na Justiça
Em casos graves, pode somar a um pedido de rescisão indireta, que é sair por culpa da empresa
Guarde uma cópia do pedido, com a data em que foi entregue.
Já saí da empresa
A cobrança entra junto com o resto do acerto
A ação pede a parte da empresa em cada mês sem vale, dos últimos cinco anos
Os descontos acima de 6% voltam junto, mês a mês
Outros erros, como os de acerto errado, entram na mesma ação
Quanto antes a ação entra, mais meses ficam dentro da conta.
Cada mês de espera tira um mês antigo da conta. A ação cobra só os cinco anos anteriores à data em que entra, e precisa entrar em até dois anos depois da saída.
O vale acompanha os dias em que você realmente vai ao trabalho.
Seu caso tem um detalhe que muda tudo? Existe caminho para ele.
Mora longe, faltou, trabalha no feriado, é doméstica ou tem convenção melhor. Estas são as dúvidas mais comuns, e o que cada uma muda.
Moro em outra cidade
A lei não põe limite de distância. Ônibus intermunicipal ou metropolitano, com linha regular e tarifa oficial, entra no vale.
O que muda: ônibus de viagem rodoviária, fretado particular, táxi e aplicativo, em regra, ficam de fora.
Faltei ou estava de férias
O vale é para os dias em que você vai ao trabalho. Em falta, férias ou afastamento, a empresa não deve o vale do dia.
O que muda: o desconto de 6% cai na mesma proporção e não pode ser cobrado inteiro.
Trabalho em feriado ou folga
Se você trabalha no domingo, no feriado ou num plantão extra, a ida e a volta desse dia também dão direito ao vale.
O que muda: o vale acompanha a escala real, e não só os dias úteis do calendário.
Sou empregada doméstica
A doméstica tem direito ao vale. Só nesse caso o patrão pode pagar em dinheiro, com recibo, no lugar do vale.
Vale cortado por atraso ou recarregado tarde: o que a regra permite
Duas situações em que a empresa corta ou atrasa o vale e trata isso como normal, e o que a regra realmente diz.
A empresa cortou o vale do mês porque cheguei atrasado
O vale serve para os dias em que você vai ao trabalho, e quem chega atrasado foi trabalhar. O corte só pode ser proporcional aos dias em que você não foi, e o desconto da sua parte cai na mesma proporção (Decreto 10.854, artigos 107 e 115).
Cortar o vale do mês inteiro como castigo por um atraso não tem base na regra do vale. As passagens que você pagou nesses dias podem ser cobradas, e o aviso do castigo, se veio por escrito, vira prova.
O cartão de transporte foi recarregado atrasado e paguei a passagem do meu bolso
O vale tem de chegar antes do uso: a regra diz que a empresa antecipa o benefício para o deslocamento entre a casa e o trabalho (Decreto 10.854, artigo 107). Recarga que cai no meio do mês, depois de você já ter pago as passagens, deixa a empresa devendo esses dias.
Guarde o histórico de recargas do cartão, com as datas, e anote os dias em que pagou em dinheiro. Se a empresa depois só repôs parte do valor, a diferença também pode ser cobrada.
O vale parece pouco por mês. Somado em cinco anos, raramente é.
A empresa que não paga o vale costuma errar em outras coisas também: descontos no holerite, horas extras, FGTS não depositado.
Um advogado que trabalha só com Direito do Trabalho refaz a conta do vale mês a mês, com o trajeto e a tarifa de cada época, separa a parte que era sua e a parte da empresa e soma na mesma ação tudo o que mais ficou para trás no contrato.
A conta do vale é feita mês a mês, com a tarifa de cada época.
Refaz a conta do trajeto
Monta o trajeto de cada época, com as tarifas oficiais e os dias trabalhados de cada mês.
Confere cada desconto
Compara o desconto do holerite com os 6% do salário-base e com o valor do vale entregue.
Cobra tudo de uma vez
Soma o vale, os descontos a mais e os outros erros do contrato numa ação só.
Os caminhos para levar um caso à Justiça do Trabalho
Caminho
Como começa
O que você precisa saber
Ir sozinho à Vara do Trabalho
Um servidor da Vara escreve o pedido com você, o que se chama atermação.
A lei permite agir sem advogado até o tribunal regional. Recurso ao TST e ação rescisória exigem advogado (Súmula 425 do TST).
Pelo sindicato da categoria
O sindicato indica um advogado para os trabalhadores que ele representa.
Cada sindicato organiza o atendimento de um jeito. Vale perguntar antes como funciona e quem acompanha o caso.
Com advogado de sua escolha
Você assina contrato e procuração, e pode fazer tudo pelo celular.
Os honorários, que são o pagamento do advogado, são combinados por escrito antes de qualquer passo.
9:41
RHRecursos HumanosEmpresa
Boa tarde. Meu vale não veio de novo este mês. Continuo pegando dois ônibus.
Boa tarde! A empresa mudou a regra do benefício.
Agora o vale é só para quem mora a menos de 5 km.
Entendi. Vou continuar pagando a passagem.
Exemplo: uma mensagem assim prova que a empresa negou o vale, e com um motivo que a lei não prevê.
O que guardar a partir de hoje, sem precisar falar com ninguém
Para cobrar o vale, a prova costuma ser simples: onde você morava, como chegava ao trabalho e o que saiu do holerite.
HoleritesMostram o salário-base e a linha do desconto do vale.
Comprovante de endereçoConta de luz ou de água da época, sua ou da família.
Recargas do cartãoBaixe o histórico no site ou no aplicativo do cartão.
Trajeto até o trabalhoUm print do mapa com as linhas que você usava.
Mensagens do RHPrints sobre o corte ou a recusa, com data e nome.
Papéis da admissãoFoto da ficha com o endereço e o trajeto informados.
Três erros que fazem a empresa pagar menos
Todos acontecem no dia a dia do contrato, quando a pessoa acha que o vale é um favor da empresa.
Assinar que não quer o vale
O termo de recusa, assinado na admissão sem ler, é o papel que a empresa usa para não pagar nada.
Você só assina se de fato não usa transporte público.
Informar o endereço errado
Dar um endereço mais longe para ganhar mais vale, ou vender o vale, é falta grave e pode levar à justa causa.
O pedido usa o endereço real e o trajeto que você faz.
Esperar sair para cobrar
Enquanto você espera, os meses mais antigos passam dos cinco anos e saem da conta, um por um.
O cálculo é feito agora, com os holerites que você já tem.
O que faz quem pagou a passagem deixar o vale para lá
Três receios de quem acha que o vale é pouco dinheiro, que já assinou o que não devia ou que não tem como fazer a conta.
"É pouco dinheiro por mês. Não vale um processo."
Dá para separar as duas coisas. O pedido por escrito, feito agora com o endereço e o trajeto, obriga a empresa a entregar o vale dali em diante, sem processo. O que ficou para trás pode ser cobrado depois, e em cinco anos a parte da empresa, no exemplo desta página, chega a R$ 17.600.
"Assinei na admissão um papel dizendo que não queria o vale."
O papel pesa a favor da empresa, mas não encerra o assunto. Se você assinou porque era condição para ser contratado, ou se a empresa sabia que você chegava de ônibus, a recusa pode ser contestada com mensagens, o endereço da época e colegas. E a recusa vale só enquanto for verdade: o vale pode ser pedido por escrito a qualquer momento (Decreto 10.854, artigo 112).
"Não sei quanto custava a passagem anos atrás."
Não precisa saber. As tarifas são fixadas por ato da prefeitura ou do estado e ficam publicadas, então o valor de cada época pode ser levantado com precisão. Basta lembrar quais linhas você usava e onde morava em cada período.
Do primeiro contato ao fim do caso, passo a passo
O caminho inteiro, na ordem em que acontece, sem você precisar sair de casa.
1
Você conta o que aconteceu
Pelo WhatsApp ou pelas quatro perguntas desta página.
Leva poucos minutos
2
Recebe uma avaliação por escrito
Se há o que cobrar, se o prazo está correndo e o que falta de prova.
Em até um dia útil
3
Conversa com a advogada por vídeo
Riscos, forma de cobrança e o que fazer até a ação entrar.
Na mesma semana
4
Assina pelo celular
Contrato e procuração com assinatura eletrônica, depois de ler com calma.
Quando você decidir
5
A ação entra na Justiça
Na cidade onde você trabalhou, com audiência que pode ser por vídeo.
Conforme a agenda da Vara
6
Acordo ou decisão do juiz
A advogada analisa com você qualquer proposta da empresa e acompanha o cumprimento do que for decidido.
Ao fim do processo
As perguntas que todo mundo faz
Se a sua não estiver aqui, pergunte direto para quem vai avaliar o seu caso.
Sim, para quem usa transporte público para ir e voltar do trabalho. A Lei 7.418 vale para empresas de qualquer tamanho e também para quem tem empregada doméstica.
Quanto a empresa pode descontar do vale?
Até 6% do salário-base, sem horas extras e adicionais. Se as passagens do mês custam menos que isso, o desconto fica limitado ao valor delas. Para quem ganha só comissão, a base é o que recebeu no mês.
Posso cobrar o vale que a empresa não pagou?
Sim. Você pode cobrar a parte da empresa em cada mês sem vale, que é o gasto com passagem menos os 6% do salário-base, dos últimos cinco anos.
A empresa diz que eu não quis o vale. E agora?
Pela Súmula 460 do TST, reafirmada pelo tribunal no IRR 232, é a empresa que precisa provar que você não quis o vale ou não precisava dele. Sem essa prova, a cobrança costuma seguir contra ela.
A empresa pode pagar o vale em dinheiro?
Pelo Decreto 10.854, não, salvo para a empregada doméstica ou quando falta vale no sistema de transporte. Se o dinheiro pago não cobria as passagens, a diferença pode ser cobrada.
Quem mora longe tem direito ao vale?
Sim. A lei não põe limite de distância. Ônibus intermunicipal ou metropolitano com linha regular e tarifa oficial entra. Ônibus de viagem rodoviária, fretado particular e aplicativo, em regra, não entram.
Quanto custa entrar com o processo, e o que acontece se eu perder?
Para entrar com a ação, o trabalhador não paga nada antes. As custas, que são a taxa do processo, só são cobradas no fim, de quem perder, e ficam dispensadas para quem tem justiça gratuita. A justiça gratuita vale para quem ganha até 40% do teto do INSS ou prova que não pode pagar (CLT, artigos 789 e 790). Se o pedido não for aceito, quem tem justiça gratuita não paga na hora os honorários do advogado da empresa. A cobrança fica suspensa e só acontece se, em até dois anos, a empresa provar que a sua situação financeira mudou; depois desse prazo, a dívida acaba (CLT, artigo 791-A, conforme a ADI 5766 do STF). A perícia, nesse caso, é paga pela União (CLT, artigo 790-B). Os honorários da advogada são combinados por escrito, em contrato, antes de qualquer passo.
Um advogado de outro estado pode cuidar do meu caso?
Sim. A inscrição na OAB vale em todo o país e a Justiça do Trabalho é eletrônica. A ação corre no local onde você trabalhou e a audiência pode ser por vídeo.
A empresa pode cortar o vale porque passei a ir de carro ou de moto?
Pode, se você deixou mesmo de usar o transporte público. O vale é para a passagem usada de fato, e quem vai todos os dias de carro ou de moto não tem direito a ele. Mas o corte não pode ser por suposição: se você ainda pega ônibus em parte do trajeto ou em alguns dias, o vale desses deslocamentos continua devido (Decreto 10.854, artigo 107).
Mudei de endereço. A empresa pode mudar ou cortar o meu vale?
Pode ajustar, e você precisa avisar. O vale segue o trajeto real: com a mudança, você atualiza o endereço por escrito ou por meio eletrônico, e o vale passa a cobrir o caminho novo, maior ou menor. Sem a atualização, a empresa pode suspender o vale até receber a informação, mas não pode cortá-lo só porque você foi morar mais longe (Decreto 10.854, artigo 112, parágrafo 1º).
A empresa trocou o vale por uma ajuda de combustível. Pode?
Para quem usa transporte público, não. A lei proíbe trocar o vale por dinheiro ou por qualquer outra forma de pagamento, salvo no emprego doméstico e quando falta vale no sistema de transporte. A ajuda de combustível serve a quem vai de carro, e, se ela não cobre as passagens de quem pega ônibus, a diferença pode ser cobrada (Decreto 10.854, artigo 110).
Eu pagava a passagem em dinheiro e não tenho comprovante. Como provo o gasto?
Não é preciso recibo de cada passagem. A conta é feita com o seu endereço da época, o trajeto até o trabalho, as linhas que existiam e a tarifa oficial, que é pública, e o ponto mostra os dias trabalhados. Se a empresa disser que você não precisava do vale, é ela que precisa provar (Súmula 460 do TST).
Durante o aviso prévio trabalhado eu tenho direito ao vale?
Tem. No aviso trabalhado você continua indo ao trabalho, e o vale acompanha cada dia de ida e volta. Se você escolheu a redução de 7 dias corridos no fim do aviso, o vale deixa de ser devido só nesses dias em que não vai (CLT, artigo 488, e Lei 7.418, artigo 1º).
Se eu pedir o vale por escrito, a empresa pode me demitir?
Pedir o vale é seguir o que a própria regra manda: o pedido é feito por escrito, com o endereço e o trajeto. A empresa pode demitir sem justa causa, pagando tudo, mas o pedido não é motivo de punição. E os meses sem vale continuam podendo ser cobrados até dois anos depois da saída (Decreto 10.854, artigo 112, e Constituição, artigo 7º, XXIX).
As palavras difíceis desta página, em linguagem simples
Você vai ouvir esses termos na conversa com a advogada e no processo. Aqui está o que cada um quer dizer.
Vale-transporte
Benefício que a empresa antecipa para pagar o ônibus, o metrô ou o trem entre a casa e o trabalho.
Salário-base
O salário fixo do contrato, sem horas extras, adicionais e comissões. É a base dos 6%.
Desconto de 6%
A parte do vale que a empresa pode tirar do seu salário. O que passa disso é dela.
Ônus da prova
O dever de provar um fato. No vale, é da empresa provar que você não quis o benefício.
Falta grave
Conduta que pode levar à justa causa, como dar endereço falso para ganhar mais vale.
Prescrição
A perda do direito de cobrar pelo tempo: dois anos depois da saída, voltando cinco anos.
Quem avalia o seu caso defende só trabalhadores, nunca empresas
Maryon Portes escreveu e revisou esta página. A sua avaliação é lida pela equipe dela, e a Dra. Maryon Portes é a advogada responsável pela sua ação.
De onde vem o que está escrito aqui
Leis e decisões citadas nesta página, direto nas fontes oficiais.
O site usa cookies do Google Analytics para contar as visitas e saber de qual página ou anúncio veio cada contato. Eles só são gravados se você aceitar, e os formulários e o WhatsApp funcionam do mesmo jeito nos dois casos. Ver a política de cookies do site
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.