Justiça do Trabalho, Goiás

Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás: as 16 cidades atendidas e como entrar com a ação.

A Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás, do TRT-18, recebe as ações de quem trabalha em 16 cidades, de Campestre de Goiás, Cezarina e Cristianópolis a Vianópolis, onde 39.492 pessoas têm carteira assinada. A advogada atende todas online.

Esta página não é do tribunal: é da advogada Maryon Portes. Os contatos oficiais estão no site do TRT-18.

Operário olhando o relógio da fábrica no fim do turno
Em dourado forte, Palmeiras de Goiás, onde fica o prédio. Em dourado claro, as outras 15 cidades atendidas. Limites dos municípios: IBGE. Mapa: OpenFreeMap e OpenStreetMap.

Onde fica a Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás, e de qual tribunal ela faz parte

A primeira instância da Justiça do Trabalho para essas 16 cidades.

Endereço
Rodovia GO-156, Km 01, Palmeiras de Goiás. Abrir no Google Maps (abre em nova aba)
Tribunal
Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18), com sede em Goiânia
Varas no prédio
1 Vara do Trabalho
Cidades atendidas
16, na lista abaixo
Processos na base do CNJ
9.044

As 16 cidades atendidas pela Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás

Juntas, as 16 cidades somam 39.492 pessoas com carteira assinada, e Pires do Rio reúne 22% delas. O salário médio de quem tem carteira vai de 1,4 salários mínimos em Campestre de Goiás a 4,2 salários mínimos em Urutaí. 14 das 16 ficam abaixo da média de Goiás, que é de 2,4 salários mínimos. O setor que mais emprega com carteira é o de setor público em 7 delas.

Arraste a tabela para o lado para ver todas as colunas.

CidadeMoradoresPessoas com carteiraEmpresasSalário médio (SM)Quem mais emprega
Palmeiras de Goiássede da Vara31.8587.5471.4802,1Comércio
Campestre de Goiás3.7553691441,4Indústria
Cezarina8.0902.6364301,7Setor público
Cristianópolis3.5043832282,1Setor público
Indiara17.0612.8096932,1Comércio
Ipameri25.5485.7061.3231,6Setor público
Jandaia6.2721.8382732,9Indústria
Nazário8.1891.5183962,1Setor público
Orizona16.3992.5656882,1Comércio
Palmelo2.2593741111,7Setor público
Palminópolis3.8516692021,8Comércio
Pires do Rio32.3738.7291.4931,9Indústria
Santa Cruz de Goiás3.0023031461,8Setor público
São Miguel do Passa Quatro4.4646972341,6Setor público
Urutaí3.5537201654,2Comércio
Vianópolis14.9562.6298681,9Comércio

Fonte: IBGE, no dado mais recente. SM: salários mínimos.

O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás

9.044 processos na base pública do CNJ. Cada pedido leva à página com a regra.

Fonte: CNJ, DataJud. Um processo pede várias coisas, por isso a soma passa de 100.

Como entrar com a ação na Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás

Do primeiro contato à audiência.

  1. Vale a cidade do trabalho

    Quem mora em Palmelo e trabalha em Palmeiras de Goiás entra com a ação em Palmeiras de Goiás (CLT, art. 651).

  2. A ação é eletrônica

    Ela entra pelo PJe do TRT-18, e os documentos vão por foto, pelo WhatsApp.

  3. Audiência por vídeo

    Muitas são por vídeo (CNJ, Resolução 345). Se o juiz pedir a presença, é na Rodovia GO-156, Km 01.

  4. O andamento

    Fica na consulta processual do TRT-18, pelo número do processo.

Como funciona o atendimento para quem trabalha na região

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • Tudo pelo WhatsApp e por vídeo

    Você conta o caso pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo, de qualquer cidade da região.

    Ver como funciona o atendimento online
  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha na região de Palmeiras de Goiás

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara de Palmeiras de Goiás é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Em que cidade você trabalha?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

Informe seu nome.
Informe um e-mail válido. A avaliação chega por ele.
Confira o número, com o DDD.
Escolha a cidade.
Escolha a situação.

Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

Dúvidas sobre a Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás

Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Quais cidades a Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás atende?

Além de Palmeiras de Goiás, Campestre de Goiás, Cezarina, Cristianópolis, Indiara, Ipameri, Jandaia, Nazário, Orizona, Palmelo, Palminópolis, Pires do Rio, Santa Cruz de Goiás, São Miguel do Passa Quatro, Urutaí e Vianópolis, pela jurisdição publicada no site do TRT-18. São 16 cidades ao todo.

Onde fica a Vara do Trabalho de Palmeiras de Goiás?

Na Rodovia GO-156, Km 01, em Palmeiras de Goiás.

Qual cidade da Vara de Palmeiras de Goiás tem mais gente com carteira?

Pires do Rio, com 8.729 pessoas, seguida de Palmeiras de Goiás, com 7.547.

O que mais se cobra na Vara de Palmeiras de Goiás?

Pela base pública do CNJ, insalubridade aparece em cerca de 20 de cada 100 processos, seguido de rescisão indireta (18) e multa de 40% do fgts (18).

Em qual cidade da Vara de Palmeiras de Goiás o salário com carteira é maior?

Em Urutaí, com 4,2 salários mínimos, pelo IBGE.

Trabalha na região de Palmeiras de Goiás e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte em que cidade você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista