Pejotização

Abriu MEI porque a empresa exigiu? O que conta é a rotina, e não o CNPJ.

Quando a empresa troca a carteira por um MEI e mantém horário, chefe e pagamento fixo, isso é pejotização, e a CLT anula o contrato feito para fraudar os seus direitos. O STF está julgando quando o contrato de PJ é válido, e o seu prazo para cobrar continua correndo.

Quem responde é uma pessoa da equipe, de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.

  • Avaliação sigilosa e sem compromisso
  • Advogada com OAB verificável
  • Atendimento online em todo o Brasil
Jovem lendo um contrato com expressão de dúvida, ao lado do notebook

O que você precisa saber antes de achar que não tem direito

Quatro pontos que mudam o que dá para cobrar, e que a empresa não conta na hora de pedir o CNPJ.

  • Aceitar não é renunciar

    Abrir o MEI porque a empresa exigiu não tira o direito. O ato feito para fugir da CLT é nulo, diz o artigo 9º.

  • Vale a rotina, não o papel

    Horário, chefe, metas e pagamento fixo todo mês pesam mais que o contrato de prestação de serviços.

  • O STF ainda vai decidir

    O Tema 1389 discute quando o contrato de PJ é válido. Enquanto isso, o seu prazo de dois anos corre.

  • Quem responde é a empresa

    A ação é contra quem não registrou. Sobre o que você receber, descontam INSS e imposto, como num salário.

Pergunta 1 de 4

Como foi a sua contratação como PJ?

Marque tudo o que aconteceu. Pode ser mais de uma coisa.

Marque pelo menos uma opção para continuar.

Quanto tempo como PJ, e como está hoje?

O tempo mostra o que dá para cobrar e quanto falta do prazo de dois anos depois da saída.

Trabalhei como PJ por
Hoje eu

Responda as duas perguntas para continuar.

O que você já tem guardado?

Não se preocupe se tiver pouco. Mensagens e comprovantes de Pix costumam contar muito.

Marque o que você tem, ou "Ainda não guardei nada".

Para onde a equipe envia a avaliação?

A avaliação chega escrita no seu e-mail, em até um dia útil. O telefone é opcional: com ele, a equipe pode ligar se faltar algum detalhe.

Informe seu nome.
Informe um e-mail válido, como [email protected].
Confira o número, com o DDD, como (47) 99999-9999.
Escolha o estado.

Seus dados ficam só com a advogada.

O que é pejotização, e por que abrir o MEI não apaga o emprego

Pejotização é quando a empresa troca a carteira assinada por um contrato com uma empresa aberta no seu nome, o MEI ou o CNPJ, para não pagar os direitos de empregado. No papel, você vira fornecedor. Na rotina, continua cumprindo horário e recebendo ordens.

A CLT diz que é nulo, quer dizer, não vale, todo ato feito para fugir das regras dela (artigo 9º). Por isso, a Justiça olha como o trabalho acontecia: se era você quem fazia, com frequência, recebendo todo mês e sob as ordens de alguém. Esses requisitos e as provas que contam estão em o que a Justiça olha para reconhecer o vínculo.

Pejotização não é terceirização. Na terceirização, uma empresa contrata outra, e você tem carteira assinada pela prestadora, que é a empresa que paga o seu salário. O STF decidiu que terceirizar qualquer atividade é permitido (Tema 725 e ADPF 324), e a empresa onde você trabalha responde se a prestadora não pagar. Na pejotização, a "empresa contratada" é você mesmo, sem carteira nenhuma.

Nem todo PJ é empregado disfarçado. A lei aceita o autônomo de verdade, mesmo com um cliente só (CLT, artigo 442-B). A diferença está em quem manda no seu dia.

O CNPJ muda o nome do contrato. Não muda quem dava as ordens.

Onde está na lei
No artigo 9º da CLT, que anula o ato feito para fraudar, e no artigo 3º, que define quem é empregado.
O que é MEI
Microempreendedor individual: a forma mais simples de empresa, com um imposto fixo por mês, o DAS.
Terceirização
Uma empresa contrata outra, que assina a sua carteira. O STF permite em qualquer atividade.
O que está em discussão
No Tema 1389, o STF vai definir quando o contrato de PJ vale e quem precisa provar a fraude.
Trabalhadora no balcão de atendimento, com o olhar distante
O nome do contrato muda. A rotina de quem cumpre horário e recebe ordem, não.

Seis sinais de que o seu CNPJ escondia um emprego

Nenhum sinal decide sozinho. Juntos, eles mostram a rotina de empregado. Em cada um, veja o que costuma servir de prova.

  • O MEI foi condição para entrar

    A vaga só saiu depois que você abriu o CNPJ, muitas vezes com o contador indicado pela própria empresa.

    Prova: a mensagem pedindo a abertura e a data do CNPJ.CLT, artigo 9º

  • Era CLT e voltou como PJ

    Voltou como PJ na mesma função. A lei veda contratar como prestadora a empresa de quem foi empregado nos últimos 18 meses.

    Prova: a carteira com a saída e as primeiras notas.Lei 6.019, artigo 5º-C

  • Tinha horário e chefe

    Escala, ponto, cobrança de meta e ordens pelo WhatsApp, que a lei iguala às ordens dadas pessoalmente.

    Prova: prints das ordens, das escalas e das metas.CLT, artigo 6º, parágrafo único

  • Não podia mandar outra pessoa

    Se você faltasse, ninguém ia no seu lugar. A empresa contratou você, e não um serviço feito por qualquer um.

    Prova: e-mail, login e crachá no seu nome.CLT, artigo 2º

  • Valor fixo todo mês

    A nota tinha sempre o mesmo valor, no mesmo dia, como um salário, e não mudava conforme o serviço entregue.

    Prova: as notas fiscais e os comprovantes de Pix.CLT, artigo 3º

  • Igual aos colegas de carteira

    Mesma função, mesma equipe e mesmo chefe de quem tinha carteira, com uniforme, crachá e reunião de equipe.

    Prova: fotos, organograma e conversas do grupo.CLT, artigos 2º e 3º

Quanto o PJ deixa de receber em um ano

Um exemplo de quem recebia R$ 3.000 por mês contra nota de MEI, com rotina de empregado. A conta mostra só o que a carteira daria todo ano, sem contar as verbas da saída.

Valor da nota todo mês
R$ 3.000
Tempo como PJ
12 meses seguidos
Rotina
Horário, chefe e metas
13º, férias e FGTS
Nunca pagos

Conta informativa, com valores brutos, sem juros e correção e antes dos descontos de INSS e imposto. Não é promessa de resultado.

O que a carteira daria em um ano

Valor de R$ 3.000 por mês, 12 meses de trabalho

  • 13º salárioUm salário a mais por ano trabalhadoR$ 3.000,00
  • Férias com um terço30 dias de descanso pagos, mais um terçoR$ 4.000,00
  • FGTS de 8%Sobre os 12 meses e o 13º, que somam R$ 39.000R$ 3.120,00
Total que o PJ deixa de receber por anoR$ 10.120,00
É mais de três salários por ano. Em cinco anos, o máximo que dá para cobrar para trás, são R$ 50.600,00, sem a dobra das férias vencidas, sem horas extras e sem as verbas da saída.

O que o STF está julgando, e o que fazer enquanto isso

No Tema 1389, o STF vai decidir se a contratação como PJ é válida, qual Justiça julga a fraude e quem precisa prová-la. Até a última revisão desta página, não havia julgamento final nem tese fixada. A tese pode facilitar ou dificultar o seu caso, e ninguém sabe ainda qual será.

Ainda não entrou com a ação

O seu prazo corre do mesmo jeito

  • Os dois anos para entrar com a ação contam da saída, com ou sem decisão do STF
  • A ação pode entrar agora: a Vara do Trabalho colhe as provas e julga
  • A conta volta cinco anos a partir da data da ação, e não da saída

A tese que o STF fixar vai valer para os processos em andamento, inclusive os que entrarem agora.

Já tem processo

Ele anda até o tribunal regional

  • Por decisão do relator, os processos voltaram a andar na Vara e no TRT
  • Depois do julgamento no TRT, o processo para e espera a tese do STF
  • Fixada a tese, o próprio TRT aplica o entendimento ao seu caso

Casos de aplicativo ficaram fora dessa suspensão. O dos motoristas é discutido em outro tema, o 1291.

Esperar o STF não segura o seu prazo. O que interrompe a contagem dos dois anos depois da saída é a ação na Justiça (CLT, artigo 11, parágrafo 3º), e não a espera pela decisão. Veja como acompanhar a decisão do STF sobre pejotização.

Trabalhadora frustrada diante do notebook depois de receber uma má notícia
O e-mail de "fim do contrato" costuma ser o momento em que a dúvida aparece.

Seu caso tem um detalhe que muda tudo? Existe caminho para ele.

Ainda trabalhando, já desligado, terceirizado, de aplicativo. Estas são as situações que mais geram dúvida, e o que cada uma muda.

  • Ainda trabalho como PJ

    Dá para guardar as provas desde já e entender o caso antes de decidir. A ação pode entrar com o contrato ativo.

    O que muda: os cinco anos para trás contam da data da ação, então esperar reduz a conta.

  • Fui desligado sem receber nada

    Com o vínculo reconhecido, entram aviso prévio, multa de 40% do FGTS e a multa de um salário pelo atraso do acerto.

    O que muda: a conta da saída está em o que recebe quem foi desligado como PJ.

  • Tinha carteira e virei PJ

    Se a função e o chefe continuaram os mesmos, o período como PJ pode ser somado ao da carteira.

    O que muda: os dois períodos podem virar um contrato só. Veja a passagem de CLT para PJ.

  • Sou gerente, médico ou de TI

    Salário alto não decide o caso sozinho, mas a empresa costuma alegar que você escolheu ser PJ, e a prova das ordens pesa mais.

    O que muda: veja o executivo ou profissional de TI contratado como PJ.

  • Tenho carteira numa terceirizada

    Aí não é pejotização. Terceirizar é permitido, e a empresa onde você trabalha responde se a prestadora não pagar.

    O que muda: a ação é proposta contra as duas empresas, a prestadora e a tomadora do serviço.

  • Trabalho por aplicativo

    Quem trabalha por aplicativo ficou fora da suspensão do Tema 1389. O caso dos motoristas é discutido no Tema 1291.

    O que muda: veja os direitos de quem trabalha por aplicativo.

Provar a fraude é a parte difícil. Por isso a prova se organiza antes.

Com o Tema 1389 em aberto, a empresa vai dizer que você era um prestador de serviços livre. A resposta está na rotina, documentada.

Um advogado que trabalha só com Direito do Trabalho reconstrói a sua rotina com mensagens, notas e testemunhas, calcula o que a carteira daria em cada ano e avalia o efeito sobre os impostos que o seu CNPJ já pagou, antes de qualquer passo.

Mãos com calculadora e holerites sobre a mesa
Cada nota de MEI é um mês de salário na conta do vínculo.
  • Organiza a prova da rotina

    Junta ordens, escalas, metas e testemunhas para mostrar a subordinação, que mais pesa.

  • Calcula o que foi perdido

    Refaz cada ano com 13º, férias com um terço e FGTS, sobre o valor real da nota.

  • Avalia o risco antes

    Confere o regime do seu CNPJ, o imposto já pago e o momento do julgamento no STF.

Três formas de cobrar o que a empresa deve
O que importaEntrar sozinho na JustiçaPelo sindicatoCom advogado trabalhista
Quem pode usarQualquer trabalhador, na Vara do TrabalhoQuem é da categoria representadaQualquer trabalhador, em qualquer estado
Análise das provas antesPor sua contaDepende da estrutura do sindicatoFeita antes de qualquer passo
Cálculo do que é devidoPor sua contaVaria conforme o atendimentoFeito linha por linha, com os reflexos
Recursos em tribunais superioresNão é possível sem advogadoDepende do sindicatoAcompanhamento até o fim
Outros direitos na mesma açãoSó o que você souber pedirVaria conforme o casoLevantamento completo do que a empresa deve
Exemplo: uma mensagem assim prova a exigência do MEI e o horário fixo.

O que guardar a partir de hoje, sem precisar falar com ninguém

Quem é PJ costuma perder o acesso a tudo no dia do desligamento: e-mail, grupo e sistema da empresa. Guarde antes.

  • Pedido para abrir o MEIA mensagem ou o e-mail em que a empresa exigiu o CNPJ.
  • Mensagens com ordensPrints com horário, metas, cobranças e o nome do chefe.
  • Notas fiscaisBaixe todas no emissor de nota fiscal, mês a mês.
  • Comprovantes de PixO extrato mostra o valor fixo e o dia certo do pagamento.
  • Crachá e e-mail da empresaFotos do crachá e prints do e-mail com o seu nome.
  • Contrato e distratoGuarde o contrato e o distrato, o papel que encerra tudo.

Três erros que enfraquecem o caso de quem era PJ

Todos acontecem perto do desligamento, quando a pessoa ainda acha que, por ter aberto o CNPJ, não tem nada a cobrar.

  • Assinar distrato com quitação

    A quitação, que é a declaração de que nada mais é devido, vira argumento da empresa contra o seu pedido.

    Você só assina depois de entender o que está escrito.

  • Fechar o CNPJ às pressas

    Dar baixa no MEI ou trocar de contador sem salvar as notas e os extratos pode deixar você sem prova dos pagamentos.

    As notas e os extratos são salvos antes de qualquer mudança.

  • Esperar o STF decidir

    Enquanto você espera, os dois anos depois da saída correm, e cada mês de espera apaga um mês do começo da conta.

    A ação entra no prazo, e a tese do STF vale para ela também.

Do primeiro oi ao dinheiro na conta

O caminho inteiro, na ordem em que acontece, sem você precisar sair de casa.

  1. Você conta o que aconteceu

    Pelo WhatsApp ou pelas quatro perguntas desta página.

    Leva poucos minutos
  2. Recebe uma avaliação por escrito

    Se há o que cobrar, se o prazo está correndo e o que falta de prova.

    Em até um dia útil
  3. Conversa com a advogada por vídeo

    Riscos, forma de cobrança e o que fazer até a ação entrar.

    Na mesma semana
  4. Assina pelo celular

    Contrato e procuração com assinatura eletrônica, depois de ler com calma.

    Quando você decidir
  5. A ação entra na Justiça

    Na cidade onde você trabalhou, com audiência que pode ser por vídeo.

    Conforme a agenda da Vara
  6. Acordo ou decisão do juiz

    Análise de qualquer proposta da empresa e cobrança do que for decidido.

    Ao fim do processo

As perguntas que todo mundo faz

Se a sua não estiver aqui, pergunte direto para quem vai avaliar o seu caso.

Perguntar pelo WhatsAppUma pessoa da equipe responde
A empresa me obrigou a abrir MEI. Isso é legal?

Abrir MEI não é ilegal. O problema é usar o MEI para esconder um emprego: se havia horário, chefe e pagamento fixo, o contrato pode ser anulado pelo artigo 9º da CLT. Quando a contratação como PJ é válida está em julgamento no STF, no Tema 1389.

Eu aceitei e assinei o contrato de PJ. Perdi o direito?

Não por isso. Aceitar o esquema para conseguir o trabalho não é renúncia, porque o ato feito para fugir da CLT é nulo. O que conta é como o trabalho acontecia, e não o que foi assinado.

Vou ter problema com a Receita se provar que era empregado?

A ação trabalhista é contra a empresa, que tinha o dever de registrar você. Sobre o que o juiz mandar pagar, são descontados a sua parte do INSS e o imposto de renda, como em qualquer salário (Súmula 368 do TST). O efeito sobre o que o CNPJ já pagou depende do regime e é avaliado antes. Veja o risco com imposto de quem prova o vínculo.

O que eu paguei no DAS do MEI eu perco?

O DAS tem uma parte de INSS, de 5% do salário mínimo. Ela conta no seu cadastro da Previdência, mas sobre um salário mínimo, e não sobre o que você ganhava. Esse valor não é devolvido de forma automática. Com prova dos gastos, a empresa pode ser condenada a ressarcir o custo de manter o CNPJ, como contador e impostos, mas os juízes não decidem todos do mesmo jeito.

Eu ganhava mais como PJ. Isso muda alguma coisa?

Não tira o direito. Com o vínculo reconhecido, o valor da nota costuma ser tratado como o seu salário, e o 13º, as férias e o FGTS são calculados sobre ele. A lei não aceita pagar vários direitos misturados num valor só, o chamado salário complessivo (Súmula 91 do TST).

O STF já decidiu sobre a pejotização?

Até a última revisão desta página, não. O Tema 1389 ainda não foi julgado. Os processos andam na Vara e no TRT e, depois, ficam parados até a tese do STF. Veja o que a decisão do STF pode mudar.

Quanto custa e quando eu pago?

A forma de cobrança é combinada por escrito na consulta, antes de qualquer assinatura. Enviar o caso para avaliação é sem compromisso.

Um advogado de outro estado pode cuidar do meu caso?

Sim. A inscrição na OAB vale em todo o país e a Justiça do Trabalho é eletrônica. A ação corre no local onde você trabalhou e a audiência pode ser por vídeo.

As palavras difíceis desta página, em linguagem simples

Você vai ouvir esses termos na conversa com a advogada e no processo. Aqui está o que cada um quer dizer.

Pejotização
Trocar a carteira assinada por um contrato com uma empresa aberta no nome do trabalhador, o MEI ou o CNPJ.
MEI
Microempreendedor individual: empresa de uma pessoa só, que paga um imposto fixo por mês, o DAS.
Vínculo de emprego
A relação de empregado e patrão, com os direitos da CLT, que o juiz reconhece quando a rotina era de empregado.
Subordinação
Trabalhar sob as ordens de alguém: horário, metas, cobranças e um chefe a quem prestar contas.
Terceirização
Uma empresa contrata outra para fazer um serviço. O trabalhador tem carteira assinada pela prestadora.
Tema 1389
O processo em que o STF vai decidir quando a contratação de PJ ou de autônomo é válida.

Quem avalia o seu caso defende só trabalhadores, nunca empresas

Maryon Portes escreveu e revisou esta página. A sua avaliação é lida pela equipe dela, e a Dra. Maryon Portes é a advogada responsável pela sua ação.

O prazo corre mesmo com o STF julgando. Uma mensagem para a advogada não cria compromisso.

Estes são os três prejuízos mais comuns de quem espera, e todos podem ser evitados agora.

  • Perder os dois anos

    Depois de sair, você tem dois anos para entrar com a ação. O julgamento no STF não segura esse prazo.

  • Perder um mês por mês

    A conta volta cinco anos a partir da data da ação. Cada mês de espera apaga um mês do começo.

  • Perder a prova

    E-mail, grupo e sistema da empresa somem no desligamento. Guardar hoje é mais fácil que pedir depois.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista