Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo, de qualquer cidade da região.
Ver como funciona o atendimento onlineA Vara do Trabalho de Bataguassu, do TRT-24, recebe as ações de quem trabalha em Bataguassu, Anaurilândia e Santa Rita do Pardo, onde 10.791 pessoas têm carteira assinada. A advogada atende todas online.
Esta página não é do tribunal: é da advogada Maryon Portes. Os contatos oficiais estão no site do TRT-24.

A primeira instância da Justiça do Trabalho para essas 3 cidades.
Juntas, as 3 cidades somam 10.791 pessoas com carteira assinada, e Bataguassu reúne 64% delas. O salário médio de quem tem carteira vai de 1,9 salários mínimos em Bataguassu a 2,6 salários mínimos em Anaurilândia. Todas ficam abaixo da média do Mato Grosso do Sul, que é de 2,7 salários mínimos. Em todas, quem mais emprega com carteira é o setor de comércio.
Arraste a tabela para o lado para ver todas as colunas.
| Cidade | Moradores | Pessoas com carteira | Empresas | Salário médio (SM) | Quem mais emprega |
|---|---|---|---|---|---|
| Bataguassusede da Vara | 23.031 | 6.910 | 1.304 | 1,9 | Comércio |
| Anaurilândia | 7.653 | 2.040 | 401 | 2,6 | Comércio |
| Santa Rita do Pardo | 7.027 | 1.841 | 380 | 2,2 | Comércio |
Fonte: IBGE, no dado mais recente. SM: salários mínimos.
5.482 processos na base pública do CNJ. Os processos se dividem entre 2 unidades: Vara de Bataguassu (2.816) e Vara de Bataguassu (2.666). Cada pedido leva à página com a regra.
| Pedido | Em cada 100 processos |
|---|---|
| Insalubridade | 37 |
| Horas extras | 19 |
| Intervalo de almoço | 15 |
| Multa de 40% do FGTS | 15 |
| Acerto pago com atraso | 13 |
| Dano moral | 12 |
| Aviso prévio | 11 |
| FGTS não depositado | 9 |
Fonte: CNJ, DataJud. Um processo pede várias coisas, por isso a soma passa de 100.
Do primeiro contato à audiência.
Quem mora em Santa Rita do Pardo e trabalha em Bataguassu entra com a ação em Bataguassu (CLT, art. 651).
Ela entra pelo PJe do TRT-24, e os documentos vão por foto, pelo WhatsApp.
Muitas são por vídeo (CNJ, Resolução 345). Se o juiz pedir a presença, é na Avenida Campo Grande, 105.
Fica na consulta processual do TRT-24, pelo número do processo.
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Você conta o caso pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo, de qualquer cidade da região.
Ver como funciona o atendimento onlineA conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.
Ver as perguntas frequentesAntes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.
Enviar o caso para avaliaçãoQuem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara de Bataguassu é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.
Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útilAlém de Bataguassu, Anaurilândia e Santa Rita do Pardo, pela jurisdição publicada no site do TRT-24. São 3 cidades ao todo.
Na Avenida Campo Grande, 105, em Bataguassu.
Bataguassu, com 6.910 pessoas, seguida de Anaurilândia, com 2.040.
Pela base pública do CNJ, insalubridade aparece em cerca de 37 de cada 100 processos, seguido de horas extras (19) e intervalo de almoço (15).
Em Anaurilândia, com 2,6 salários mínimos, pelo IBGE.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte em que cidade você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.
Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.
A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.