Advogado trabalhista em São Sebastião: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Coleta de lixo ou esgoto e nada de insalubridade no holerite? Em São Sebastião, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de São Sebastião. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de São Sebastião, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em São Sebastião
"Trabalho na coleta de lixo em São Sebastião e nunca recebi insalubridade." A coleta de lixo urbano dá insalubridade em grau máximo, de 40%. Dá para cobrar os últimos cinco anos.
O trabalho com carteira em São Sebastião, em números
Em São Sebastião, o setor de comércio reúne 18% dos empregos com carteira, seguido de hotéis, bares e restaurantes (16%) e setor público (16%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
25.785pessoas com carteira assinada
São 0,2% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
4,7salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em São Sebastião fica acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
5.406empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
81.595moradores
São 203 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 402 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em São Sebastião
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
21%dos empregados de empresas sem carteira
São 3.686 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
52%das domésticas e diaristas sem carteira
São 2.217 de 4.243. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
22%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 22 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,4salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 23% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 10% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 7% acima da média do setor no Brasil, de 1,5 salários mínimos. Gorjeta fora do salário, escala apertada e horas no fechamento são as queixas mais comuns.
Salário médio de 16,6 salários mínimos. Fica 337% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 50% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 3,0 salários mínimos. Fica 15% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 53% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,0 salários mínimos. Coleta de lixo e esgoto costumam dar insalubridade, e o acidente de trajeto é frequente.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de São Sebastião
A Vara do Trabalho de São Sebastião soma 15.190 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em São Sebastião
A ação trabalhista de São Sebastião corre na Vara do Trabalho de São Sebastião, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Ilhabela e trabalha em São Sebastião entra com a ação na Vara que atende São Sebastião.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de São Sebastião
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em São Sebastião
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de São Sebastião pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem cuida do caso de quem trabalha em São Sebastião
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de São Sebastião é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
São SebastiãoRegião Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral NorteBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Maresias e São Francisco da Praia.
Onde corre a ação de quem trabalha em São Sebastião?
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em São Sebastião, a ação corre na Vara do Trabalho de São Sebastião, que também atende Ilhabela.
Preciso de um advogado trabalhista de São Sebastião?
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Prefeito João Cupertino dos Santos, 118, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em São Sebastião?
Pelo dado mais recente do IBGE, 4,7 salários mínimos, acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (16,6 salários mínimos) e o menor, no de água, esgoto e lixo (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Trabalho no saneamento, em contato com esgoto. Tenho insalubridade?
Pode ter em grau máximo, de 40%: o contato com esgoto em galerias e tanques está na NR-15, Anexo 14. Veja como funciona a insalubridade.
Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?
É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Trabalho numa oficina sem carteira. Posso cobrar?
Pode. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem registro, e dá para cobrar o tempo todo. Veja como cobrar o tempo sem registro.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?
Trabalho na escala 12x36 no hospital. O intervalo é obrigatório?
A lei deixa a empresa dar o intervalo ou pagar por ele (CLT, art. 59-A). Se não deu e não pagou, o tempo pode ser cobrado. Veja como cobrar o intervalo.
Trabalha em São Sebastião e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.