Jornada
Seis horas para quem é bancário
Quem é bancário, ou financiário, tem jornada de 6 horas, e o que passa disso é hora extra. Quem não é fica com a jornada do contrato.
Ver os direitos do bancárioA regra é a mesma para quem trabalhou na empresa Banco da Amazônia e em qualquer outra do setor: o que vale é a sua rotina, o seu contrato e a convenção da sua categoria. Aqui estão os dados públicos da empresa, os direitos que mais aparecem nas dúvidas de quem trabalha no setor e o caminho para uma avaliação sigilosa.

São os dados de registro da empresa, úteis para saber quem é o empregador no papel. Este site não tem relação com a empresa e não afirma que ela descumpre a lei: isso só a análise do seu caso pode dizer.
| Razão social | BANCO DA AMAZONIA SA |
|---|---|
| CNPJ | 04.902.979/0001-44 |
| Sede | Belém (PA) |
| Atividade principal | Bancos comerciais |
Dados da base pública da Receita Federal. A sede indica onde a empresa está registrada, e não onde a ação corre: a ação corre na cidade onde você trabalhou.
Estes são os temas mais comuns entre quem trabalha em bancos e serviços financeiros. Cada um tem uma página com a regra completa, as provas e o prazo. Veja também a página do setor.
Jornada
Quem é bancário, ou financiário, tem jornada de 6 horas, e o que passa disso é hora extra. Quem não é fica com a jornada do contrato.
Ver os direitos do bancárioTerceirização
Quem trabalha para o banco por uma terceirizada é empregado dela. Se ela deixa de pagar, o banco que contratou o serviço pode ter de responder.
Resposta completa: terceirizadaAssédio
Cobrar resultado é direito da empresa. Expor quem não bateu a meta, ameaçar e fixar meta impossível pode ser assédio moral e dar indenização.
Resposta completa: metas abusivasSaúde
Depressão, ansiedade e esgotamento causados pelo trabalho valem como acidente: FGTS no afastamento, estabilidade na volta e, com culpa, indenização.
Resposta completa: burnout e depressãoSaída
O PDV costuma exigir quitação ampla, que é a declaração de que tudo foi pago. Ela vale quando está escrita no plano, e depois dela não se cobra o que ficou de fora.
Resposta completa: plano de demissão voluntáriaSalário
A PLR, que é a participação nos lucros, costuma ser paga proporcionalmente a quem sai sem justa causa, conforme a norma coletiva da categoria.
Resposta completa: PLR e bônus na saídaSe a sua dúvida não está aqui, pergunte direto. A conversa é sigilosa.
Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útilPode. A ação corre na Vara do Trabalho da cidade onde você trabalhou, e não na cidade da sede da empresa (CLT, art. 651). O atendimento da advogada é online, para todo o Brasil, e a audiência pode ser por vídeo quando o juiz permite. Veja como funciona o atendimento online.
Pode. Enquanto o contrato está em vigor, dá para cobrar os últimos cinco anos, e o prazo de dois anos só começa a contar quando o contrato termina. Veja o que muda para quem ainda trabalha na empresa.
Até dois anos depois da saída, e a cobrança alcança os últimos cinco anos de contrato (Constituição, art. 7º, XXIX). Veja como contar o prazo para processar.
Em regra, contra a empresa que assinou a sua carteira, e a empresa que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.
Não. A conversa com a advogada é sigilosa, e a empresa só fica sabendo se você decidir entrar com a ação. A avaliação do seu caso é sem compromisso.
A forma de cobrança é combinada por escrito na consulta, antes de qualquer assinatura. Enviar o caso para avaliação é sem compromisso.
A página de cada empresa traz os dados públicos dela e os direitos mais cobrados no setor.
A advogada lê o que você contou, confere as provas e diz por escrito o que pode ser cobrado. A conversa é sigilosa e sem compromisso.
Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.
Com a carteira, o holerite e os horários, ela vê qual regra vale: jornada, metas, PLR ou terceirização.
A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.