Advogado trabalhista em Brasília: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Brasília, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre nas 22 Varas do Trabalho de Brasília. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 22 Varas do Trabalho de Brasília, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Brasília
"Trabalho terceirizado num órgão público em Brasília e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.
O trabalho com carteira em Brasília, em números
Em Brasília, o setor de setor público reúne 35% dos empregos com carteira, seguido de serviços terceirizados (11%) e comércio (11%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
1.568.207pessoas com carteira assinada
São 100,0% de todos os empregados com carteira do Distrito Federal.
4,1salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Brasília fica igual à média do Distrito Federal.
203.760empresas e organizações
Em média, 8 empregados com carteira por empresa ou organização.
2.817.381moradores
São 489 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 5.761 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Brasília
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
23%dos empregados de empresas sem carteira
São 161.390 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Distrito Federal, são 23%.
57%das domésticas e diaristas sem carteira
São 33.100 de 57.944. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Distrito Federal, são 57%.
13%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 13 são autônomas sem empresa aberta. No Distrito Federal, são 13.
2,2salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,5 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 13% menos que quem tem registro. No Distrito Federal, a diferença é de 13% a menos.
Salário médio de 5,5 salários mínimos. Fica 45% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 10% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 4,5 salários mínimos. Fica 73% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 4,2 salários mínimos. Fica 31% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 9,4 salários mínimos. Fica 45% acima da média do setor no Brasil, de 6,5 salários mínimos. Jornada de seis horas, sétima e oitava horas e metas abusivas lideram as cobranças.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Brasília
As 22 Varas do Trabalho de Brasília somam 338.175 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Brasília
A ação trabalhista de Brasília corre nas 22 Varas do Trabalho de Brasília, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, com sede em Brasília. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em outra cidade e trabalha em Brasília entra com a ação na Vara que atende Brasília.
02
As cidades atendidas em Brasília
As mesmas varas atendem quem trabalha em Brasília. O prédio fica na SEPN 513, Bloco B, Lotes 2/3, Asa Norte. No Distrito Federal também há Varas em outras regiões administrativas, como Taguatinga e Gama, e a que atende o seu caso depende de onde você trabalhou.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Brasília
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Brasília
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Brasília pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 22 Varas do Trabalho de Brasília é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Dúvidas de quem trabalha em Brasília
O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Brasília, a ação corre nas 22 Varas do Trabalho de Brasília.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na SEPN 513, Bloco B, Lotes 2/3, Asa Norte, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Brasília?
Pelo dado mais recente do IBGE, 4,1 salários mínimos, igual à média do Distrito Federal. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de bancos e financeiras (9,4 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,8 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho numa financeira. Tenho a jornada de bancário?
Técnico de enfermagem tem direito a insalubridade?
Em regra, tem: o contato com pacientes e material contaminado dá insalubridade de 20%, e de 40% no isolamento (NR-15, Anexo 14). Veja os direitos de quem trabalha na enfermagem.
Trabalho em home office. A empresa paga a internet e o computador?
Depende do contrato: a lei manda o contrato escrito dizer quem paga os equipamentos e as despesas (CLT, art. 75-D). Veja quem paga os custos do home office.
Sou terceirizado e a empresa trocou de contrato sem pagar o acerto. E agora?
A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.
A escola reduziu as minhas aulas. Pode?
Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.
Trabalha em Brasília e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.