Advogado trabalhista em Congonhas: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Poeira, barulho e nenhum adicional no holerite? Em Congonhas, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de mineração e extração, e a ação corre na Vara do Trabalho de Congonhas. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Congonhas, do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Congonhas
"Trabalho numa mineradora em Congonhas, no meio da poeira e do barulho, e a empresa diz que não tenho adicional." Poeira e ruído acima do limite podem dar insalubridade. O PPP e a perícia mostram a exposição.
O trabalho com carteira em Congonhas, em números
Em Congonhas, o setor de mineração e extração reúne 35% dos empregos com carteira, seguido de setor público (11%) e indústria (10%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
20.791pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira de Minas Gerais.
2,7salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Congonhas fica acima da média de Minas Gerais, que é de 2,5 salários mínimos.
2.401empresas e organizações
Em média, 9 empregados com carteira por empresa ou organização.
52.890moradores
São 174 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 304 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Congonhas
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
9%dos empregados de empresas sem carteira
São 1.311 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em Minas Gerais, são 24%.
70%das domésticas e diaristas sem carteira
São 310 de 440. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em Minas Gerais, são 67%.
13%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 13 são autônomas sem empresa aberta. Em Minas Gerais, são 18.
1,3salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 27% menos que quem tem registro. Em Minas Gerais, a diferença é de 29% a menos.
Salário médio de 3,0 salários mínimos. Fica 51% abaixo da média do setor no Brasil, de 6,1 salários mínimos. Ruído, poeira e produto químico podem dar insalubridade, e o acidente é risco diário.
Salário médio de 5,2 salários mínimos. Fica 37% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 36% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,5 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 4% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
Onde corre o processo de quem trabalha em Congonhas
A ação trabalhista de Congonhas corre na Vara do Trabalho de Congonhas, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, com sede em Belo Horizonte. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Belo Vale e trabalha em Congonhas entra com a ação na Vara que atende Congonhas.
02
As cidades atendidas em Congonhas
Além de Congonhas, a mesma Vara atende quem trabalha em Belo Vale, Desterro de Entre Rios, Entre Rios de Minas, Jeceaba, Moeda e São Brás do Suaçuí. O prédio fica na Avenida Bias Fortes, 1127, Basílica. Ver as 7 cidades atendidas pela Vara de Congonhas
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Congonhas
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Congonhas
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Congonhas pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Congonhas é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Alto Maranhão e Lobo Leite. Das cidades abaixo, Belo Vale, Desterro de Entre Rios, Entre Rios de Minas e Jeceaba são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Congonhas.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Congonhas, a ação corre na Vara do Trabalho de Congonhas, que também atende Belo Vale, Desterro de Entre Rios, Entre Rios de Minas, Jeceaba, Moeda e São Brás do Suaçuí.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Bias Fortes, 1127, Basílica, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Congonhas?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,7 salários mínimos, acima da média de Minas Gerais, que é de 2,5 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (5,2 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,3 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Trabalho perto de explosivos na pedreira. Tenho periculosidade?
Tem: quem trabalha exposto a explosivos tem adicional de periculosidade de 30% (NR-16). Veja como funciona a periculosidade.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?
Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.
Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?
É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Sou estagiário, mas trabalho como funcionário. Tenho direitos?
Pode ter. Se o estágio não tem relação com o curso, passa da jornada da lei ou não tem supervisão, a Justiça pode reconhecer o emprego (Lei 11.788). Veja quando o estágio vira emprego.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalha em Congonhas e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.