Goiânia, Goiás

Advogado trabalhista em Goiânia: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Coleta de lixo ou esgoto e nada de insalubridade no holerite? Em Goiânia, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de educação, e a ação corre nas 18 Varas do Trabalho de Goiânia. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Goiânia

  • Onde corre a ação

    Nas 18 Varas do Trabalho de Goiânia, do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Goiânia

    "Trabalho na coleta de lixo em Goiânia e nunca recebi insalubridade." A coleta de lixo urbano dá insalubridade em grau máximo, de 40%. Dá para cobrar os últimos cinco anos.

O trabalho com carteira em Goiânia, em números

Em Goiânia, o setor de educação reúne 17% dos empregos com carteira, seguido de comércio (17%) e setor público (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 674.435pessoas com carteira assinada

    São 38,4% de todos os empregados com carteira de Goiás.

  • 2,9salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Goiânia fica acima da média de Goiás, que é de 2,4 salários mínimos.

  • 137.098empresas e organizações

    Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 1.437.366moradores

    São 1.971 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 729 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Goiânia

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 26%dos empregados de empresas sem carteira

    São 97.996 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em Goiás, são 27%.

  • 69%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 14.952 de 21.734. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em Goiás, são 71%.

  • 17%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. Em Goiás, são 18.

  • 2,2salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 2,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 6% menos que quem tem registro. Em Goiás, a diferença é de 18% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Goiânia

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 46,1 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: praticamente a média de Goiás, de R$ 45,1 mil.

  • 68%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 17%, e o setor público, com 15%. Em Goiás, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 44%.

  • +10,4%de moradores desde o censo anterior

    Eram 1.302.001 e são 1.437.366. Em Goiás, a variação foi de +17,5%.

  • R$ 66,3 bilhõesde PIB por ano

    São 20,8% de toda a riqueza produzida em Goiás, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Goiânia, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 17% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 3,1 salários mínimos. Fica 3% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 17% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 14% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 6,1 salários mínimos. Fica 61% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 10% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 4% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 6% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria

O que aconteceu no seu trabalho em Goiânia?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Goiânia

As 18 Varas do Trabalho de Goiânia somam 300.152 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Goiânia a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Goiânia em dourado forte; em claro, a área das Varas de Goiânia. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Goiânia

A ação trabalhista de Goiânia corre nas 18 Varas do Trabalho de Goiânia, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, com sede em Goiânia. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Abadia de Goiás e trabalha em Goiânia entra com a ação na Vara que atende Goiânia.

  2. As cidades atendidas em Goiânia

    Além de Goiânia, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Abadia de Goiás, Aragoiânia, Goianira, Guapó, Santa Bárbara de Goiás, Santo Antônio de Goiás, Trindade, Varjão e Bonfinópolis. O prédio fica na Rua T-51, esquina com Avenida T-1, Quadra T-22, Lotes 1 a 24, Setor Bueno. Ver as 10 cidades atendidas pelas Varas de Goiânia

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Goiânia

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Goiânia

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Goiânia

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 18 Varas do Trabalho de Goiânia é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Goiânia
GoiâniaRegião Metropolitana de Goiânia
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de Goiânia

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Vila Rica. Das cidades abaixo, Abadia de Goiás, Aragoiânia e Bonfinópolis são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Goiânia.

Dúvidas de quem trabalha em Goiânia

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Goiânia?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Goiânia, a ação corre nas 18 Varas do Trabalho de Goiânia, que também atendem Abadia de Goiás, Aragoiânia, Goianira, Guapó, Santa Bárbara de Goiás, Santo Antônio de Goiás, Trindade, Varjão e Bonfinópolis.

Preciso de um advogado trabalhista de Goiânia?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Goiânia de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Goiânia?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua T-51, esquina com Avenida T-1, Quadra T-22, Lotes 1 a 24, Setor Bueno, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Goiânia?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,9 salários mínimos, acima da média de Goiás, que é de 2,4 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (6,1 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho no saneamento, em contato com esgoto. Tenho insalubridade?

Pode ter em grau máximo, de 40%: o contato com esgoto em galerias e tanques está na NR-15, Anexo 14. Veja como funciona a insalubridade.

A escola reduziu as minhas aulas. Pode?

Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.

Trabalho na escala 12x36 no hospital. O intervalo é obrigatório?

A lei deixa a empresa dar o intervalo ou pagar por ele (CLT, art. 59-A). Se não deu e não pagou, o tempo pode ser cobrado. Veja como cobrar o intervalo.

Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?

Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.

Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?

Tem. Quem recebeu o auxílio por acidente de trabalho tem 12 meses de estabilidade depois da volta (Lei 8.213, art. 118). Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.

Trabalho como PJ num escritório, com horário e meta. Tenho direitos?

Pode ter. Com horário, ordens e pagamento fixo, a Justiça pode reconhecer o emprego mesmo com CNPJ. Veja como funciona a pejotização.

Trabalha em Goiânia e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista