Franca, São Paulo

Advogado trabalhista em Franca: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Gerente só no papel, nove horas por dia ou meta que virou humilhação? Em Franca, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Franca. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Franca

  • Onde corre a ação

    Nas 2 Varas do Trabalho de Franca, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Franca

    "Trabalho numa agência em Franca. Meu cargo diz que sou gerente, mas cumpro 9 horas por dia." Só o gerente-geral fica sem controle de jornada. Nos outros cargos, o que passa de 8 horas é hora extra.

O trabalho com carteira em Franca, em números

Em Franca, o setor de comércio reúne 27% dos empregos com carteira, seguido de indústria (24%) e educação (11%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 98.041pessoas com carteira assinada

    São 0,6% de todos os empregados com carteira de São Paulo.

  • 2,1salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Franca fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.

  • 26.373empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 352.536moradores

    São 582 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 606 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Franca

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 20%dos empregados de empresas sem carteira

    São 20.105 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.

  • 57%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 2.312 de 4.067. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.

  • 18%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 18 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.

  • 1,6salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 19% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Franca

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 37,1 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 47% abaixo da média de São Paulo, de R$ 70,5 mil.

  • 68%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 16%, e o setor público, com 14%. Em São Paulo, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 66%.

  • +10,6%de moradores desde o censo anterior

    Eram 318.640 e são 352.536. Em São Paulo, a variação foi de +7,6%.

  • R$ 13,1 bilhõesde PIB por ano

    São 0,42% de toda a riqueza produzida em São Paulo, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Franca, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 27% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 10% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 24% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 36% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 11% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 2,9 salários mínimos. Fica 9% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 7% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 19% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 6% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 3,9 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado

O que aconteceu no seu trabalho em Franca?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Franca

As 2 Varas do Trabalho de Franca somam 56.152 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Franca a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Franca em dourado forte; em claro, a área das Varas de Franca. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Franca

A ação trabalhista de Franca corre nas 2 Varas do Trabalho de Franca, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Cristais Paulista e trabalha em Franca entra com a ação na Vara que atende Franca.

  2. As cidades atendidas em Franca

    Além de Franca, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Cristais Paulista, Itirapuã, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Restinga, Ribeirão Corrente, Rifaina e São José da Bela Vista. O prédio fica na Rua José Marques Garcia, 665, Cidade Nova. Ver as 9 cidades atendidas pelas Varas de Franca

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Franca

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Franca

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Franca

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de Franca é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Franca
FrancaSão Paulo
Bandeira: Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Cidades da Região de Franca

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Cristais Paulista, Itirapuã, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Restinga, Ribeirão Corrente, Rifaina e São José da Bela Vista são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Franca.

Dúvidas de quem trabalha em Franca

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Franca?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Franca, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Franca, que também atendem Cristais Paulista, Itirapuã, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Restinga, Ribeirão Corrente, Rifaina e São José da Bela Vista.

Preciso de um advogado trabalhista de Franca?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Franca de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Franca?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua José Marques Garcia, 665, Cidade Nova, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Franca?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,1 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,9 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

A cobrança de metas passou do limite. Isso é assédio?

Cobrar meta é permitido. Humilhar, expor quem não bateu e ameaçar de demissão pode ser assédio moral e gerar indenização. Veja o que fazer com metas abusivas.

Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?

Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.

A escola reduziu as minhas aulas. Pode?

Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.

Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?

Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.

Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?

Tem, se o cargo não dá poder de gestão de verdade e não paga gratificação de pelo menos 40% (CLT, art. 62, II). Veja quando o cargo de confiança tira a hora extra.

Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?

Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.

Trabalha em Franca e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista