Advogado trabalhista em Mongaguá: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Obra sem carteira, empreiteiro que sumiu sem pagar ou acerto que não veio? Em Mongaguá, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Itanhaém. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Itanhaém, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Mongaguá
"Trabalho numa obra em Mongaguá, sem carteira. O empreiteiro sumiu e não pagou a última quinzena." Se havia horário e ordens, pode ser emprego, e a construtora pode ter que pagar.
O trabalho com carteira em Mongaguá, em números
Em Mongaguá, o setor de setor público reúne 30% dos empregos com carteira, seguido de comércio (26%) e serviços terceirizados (15%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
8.995pessoas com carteira assinada
São 0,1% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
15,3salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Mongaguá fica acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
2.565empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
61.951moradores
São 434 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 143 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Mongaguá
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
33%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.930 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
92%das domésticas e diaristas sem carteira
São 636 de 694. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
26%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 26 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,2salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 37% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 47,2 salários mínimos. Fica 1142% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 0,9 salários mínimos. Fica 50% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 17% acima da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,5 salários mínimos. Gorjeta fora do salário, escala apertada e horas no fechamento são as queixas mais comuns.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Corretor tratado como autônomo, mas com escala e chefe, pode ter direito ao registro.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Itanhaém
A Vara do Trabalho de Itanhaém soma 28.625 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Mongaguá
A ação trabalhista de Mongaguá corre na Vara do Trabalho de Itanhaém, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Itanhaém e trabalha em Mongaguá entra com a ação na Vara que atende Mongaguá.
02
As cidades atendidas em Itanhaém
Mongaguá não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Itanhaém, que atende também Itariri, Pedro de Toledo e Peruíbe. O prédio fica na Rua Rui Barbosa, Esq. Rua Prof.dinorah Cruz, 12, Centro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Mongaguá
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Mongaguá
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Mongaguá pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Itanhaém é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
MongaguáRegião Metropolitana da Baixada SantistaBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Itanhaém e Peruíbe são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Mongaguá.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Mongaguá, a ação corre na Vara do Trabalho de Itanhaém, que também atende Itanhaém, Itariri, Pedro de Toledo e Peruíbe.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Rui Barbosa, Esq. Rua Prof.dinorah Cruz, 12, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Mongaguá?
Pelo dado mais recente do IBGE, 15,3 salários mínimos, acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (47,2 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (0,9 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Corretor de imóveis com escala e chefe tem carteira?
Pode ter. Se a imobiliária define horário, escala e plantão e cobra como chefe, a Justiça pode reconhecer o emprego. Veja como provar o vínculo de emprego.
Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?
Sou empregado público com carteira. Posso ser demitido sem motivo?
Empresa pública e sociedade de economia mista precisam dizer o motivo da demissão, mesmo sem justa causa (STF, Tema 1022). Veja o que fazer na demissão sem motivo.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Sou terceirizado e a empresa trocou de contrato sem pagar o acerto. E agora?
A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.
Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?
É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Trabalha em Mongaguá e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.