Advogado trabalhista em São Vicente: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em São Vicente, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de São Vicente. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 2 Varas do Trabalho de São Vicente, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em São Vicente
"Dou aula numa escola particular em São Vicente e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.
O trabalho com carteira em São Vicente, em números
Em São Vicente, o setor de comércio reúne 24% dos empregos com carteira, seguido de educação (20%) e setor público (17%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
43.882pessoas com carteira assinada
São 0,3% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,7salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em São Vicente fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
9.591empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
329.911moradores
São 2.227 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 148 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em São Vicente
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
17%dos empregados de empresas sem carteira
São 13.375 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
61%das domésticas e diaristas sem carteira
São 4.004 de 6.562. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
19%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 19 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,4salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 28% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 10% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,3 salários mínimos. Fica 28% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 5,9 salários mínimos. Fica 55% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,6 salários mínimos. Fica 7% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 6% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Gorjeta fora do salário, escala apertada e horas no fechamento são as queixas mais comuns.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de São Vicente
As 2 Varas do Trabalho de São Vicente somam 33.436 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em São Vicente
A ação trabalhista de São Vicente corre nas 2 Varas do Trabalho de São Vicente, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, com sede em São Paulo. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Bertioga e trabalha em São Vicente entra com a ação na Vara que atende São Vicente.
02
As cidades atendidas em São Vicente
As mesmas varas atendem quem trabalha em São Vicente. O prédio fica na Av. Antonio Emmerick, 1328, Vila São Jorge.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de São Vicente
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em São Vicente
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de São Vicente pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem cuida do caso de quem trabalha em São Vicente
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de São Vicente é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
São VicenteRegião Metropolitana da Baixada SantistaBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Onde corre a ação de quem trabalha em São Vicente?
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em São Vicente, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de São Vicente.
Preciso de um advogado trabalhista de São Vicente?
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Av. Antonio Emmerick, 1328, Vila São Jorge, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em São Vicente?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,7 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (5,9 salários mínimos) e o menor, no de hotéis, bares e restaurantes (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Recreio e intervalo entre aulas contam como trabalho?
Em regra, contam (STF, ADPF 1058), salvo se a convenção disser outra coisa ou a escola provar que o tempo era seu. Veja os direitos de quem dá aula.
Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?
É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.
Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?
É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho na limpeza ou na portaria. A empresa pode pagar menos que o piso?
Não. Vale o piso da convenção coletiva da sua categoria no lugar onde você trabalha, e a diferença pode ser cobrada. Veja os direitos de quem trabalha na limpeza.
Trabalha em São Vicente e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.