Advogado trabalhista em Rio Grande: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Horas na fila da descarga, madrugada sem adicional ou peso acima do limite? Em Rio Grande, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 4 Varas do Trabalho de Rio Grande. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 4 Varas do Trabalho de Rio Grande, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Rio Grande
"Sou motorista numa transportadora em Rio Grande e passo horas na fila esperando para descarregar." O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada. O que passar do limite é hora extra.
O trabalho com carteira em Rio Grande, em números
Em Rio Grande, o setor de comércio reúne 20% dos empregos com carteira, seguido de indústria (16%) e serviços terceirizados (13%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
44.795pessoas com carteira assinada
São 1,5% de todos os empregados com carteira do Rio Grande do Sul.
2,9salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Rio Grande fica acima da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos.
8.397empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
191.900moradores
São 72 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 2.683 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Rio Grande
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
21%dos empregados de empresas sem carteira
São 8.913 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio Grande do Sul, são 17%.
74%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.801 de 2.427. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio Grande do Sul, são 67%.
18%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 18 são autônomas sem empresa aberta. No Rio Grande do Sul, são 17.
1,3salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 33% menos que quem tem registro. No Rio Grande do Sul, a diferença é de 23% a menos.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,0 salários mínimos. Fica 7% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 11% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 3,5 salários mínimos. Fica 25% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 4,3 salários mínimos. Fica 13% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 5,6 salários mínimos. Fica 75% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Rio Grande
As 4 Varas do Trabalho de Rio Grande somam 41.775 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Rio Grande
A ação trabalhista de Rio Grande corre nas 4 Varas do Trabalho de Rio Grande, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em São José do Norte e trabalha em Rio Grande entra com a ação na Vara que atende Rio Grande.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Rio Grande
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Rio Grande
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Rio Grande pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 4 Varas do Trabalho de Rio Grande é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Rio GrandeRio Grande do SulBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região de Pelotas
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Povo Novo, Quinta, Taim e Ilha dos Marinheiros.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Rio Grande, a ação corre nas 4 Varas do Trabalho de Rio Grande, que também atendem São José do Norte.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Val Porto, 485, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Rio Grande?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,9 salários mínimos, acima da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de educação (5,6 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,7 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?
Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.
Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?
Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.
A escola reduziu as minhas aulas. Pode?
Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?
Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.
Trabalha em Rio Grande e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.