Advogado trabalhista em Vigia: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Vigia, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Vigia
"Trabalho terceirizado num órgão público em Vigia e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.
O trabalho com carteira em Vigia, em números
Em Vigia, o setor de setor público reúne 41% dos empregos com carteira, seguido de comércio (22%) e educação (17%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
3.229pessoas com carteira assinada
São 0,2% de todos os empregados com carteira do Pará.
1,9salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Vigia fica abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos.
806empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
50.832moradores
São 127 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 402 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Vigia
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
65%dos empregados de empresas sem carteira
São 3.352 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Pará, são 42%.
96%das domésticas e diaristas sem carteira
São 418 de 437. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Pará, são 85%.
41%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 41 são autônomas sem empresa aberta. No Pará, são 30.
1salário mínimo de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,3 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 27% menos que quem tem registro. No Pará, a diferença é de 36% a menos.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 53% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,9 salários mínimos. Fica 9% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 50% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,1 salários mínimos. Fica 61% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 33% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará
A Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará soma 10.710 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Vigia corre na Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, com sede em Belém. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Santa Izabel do Pará e trabalha em Vigia entra com a ação na Vara que atende Vigia.
02
As cidades atendidas em Santa Izabel do Pará
Vigia não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará, que atende também Bujaru, Colares, Santo Antônio do Tauá e São Caetano de Odivelas. O prédio fica na Avenida 7 de Janeiro, Juazeiro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Vigia
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Vigia
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Vigia pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Porto Salvo. Das cidades abaixo, Bujaru e Colares são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Vigia.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Vigia, a ação corre na Vara do Trabalho de Santa Izabel do Pará, que também atende Santa Izabel do Pará, Bujaru, Colares, Santo Antônio do Tauá e São Caetano de Odivelas.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida 7 de Janeiro, Juazeiro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Vigia?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,9 salários mínimos, abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de educação (2,9 salários mínimos) e o menor, no de indústria (1,1 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Sou concursado com carteira assinada numa estatal. Tenho FGTS?
Tem. O empregado público contratado pela CLT tem FGTS, 13º, férias e os demais direitos de quem tem carteira. Veja os direitos do empregado público.
A escola reduziu as minhas aulas. Pode?
Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.
Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?
Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?
Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.
Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.