Advogado trabalhista em Assis: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em Assis, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Assis. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 2 Varas do Trabalho de Assis, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Assis
"Dou aula numa escola particular em Assis e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.
O trabalho com carteira em Assis, em números
Em Assis, o setor de comércio reúne 29% dos empregos com carteira, seguido de educação (14%) e setor público (11%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
28.370pessoas com carteira assinada
São 0,2% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,5salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Assis fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
8.907empresas e organizações
Em média, 3 empregados com carteira por empresa ou organização.
101.409moradores
São 220 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 461 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Assis
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
18%dos empregados de empresas sem carteira
São 4.819 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
60%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.353 de 2.250. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
15%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,6salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,1 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 26% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,6 salários mínimos. Fica 12% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 3,3 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,3 salários mínimos. Fica 12% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 22% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Assis
As 2 Varas do Trabalho de Assis somam 24.812 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Assis corre nas 2 Varas do Trabalho de Assis, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Borá e trabalha em Assis entra com a ação na Vara que atende Assis.
02
As cidades atendidas em Assis
Além de Assis, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Borá, Cândido Mota, Cruzália, Echaporã, Florínea, Maracaí, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pedrinhas Paulista, Platina e Tarumã. O prédio fica na Avenida Walter Antonio Fontana, 625, Vila Claudia. Ver as 12 cidades atendidas pelas Varas de Assis
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Assis
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Assis
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Assis pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de Assis é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Borá, Cândido Mota, Maracaí, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pedrinhas Paulista, Platina e Tarumã são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Assis.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Assis, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Assis, que também atendem Borá, Cândido Mota, Cruzália, Echaporã, Florínea, Maracaí, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pedrinhas Paulista, Platina e Tarumã.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Walter Antonio Fontana, 625, Vila Claudia, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Assis?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,5 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de educação (3,6 salários mínimos) e o menor, no de comércio (2,0 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Recreio e intervalo entre aulas contam como trabalho?
Em regra, contam (STF, ADPF 1058), salvo se a convenção disser outra coisa ou a escola provar que o tempo era seu. Veja os direitos de quem dá aula.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Trabalho na escala 12x36 no hospital. O intervalo é obrigatório?
A lei deixa a empresa dar o intervalo ou pagar por ele (CLT, art. 59-A). Se não deu e não pagou, o tempo pode ser cobrado. Veja como cobrar o intervalo.
Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?
A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.
Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?
Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.
Trabalho como PJ num escritório, com horário e meta. Tenho direitos?
Pode ter. Com horário, ordens e pagamento fixo, a Justiça pode reconhecer o emprego mesmo com CNPJ. Veja como funciona a pejotização.
Trabalha em Assis e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.