Advogado trabalhista em Campinas: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Contratado como PJ, mas com chefe, horário e reunião todo dia? Em Campinas, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 12 Varas do Trabalho de Campinas. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 12 Varas do Trabalho de Campinas, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Campinas
"Trabalho com tecnologia em Campinas, contratado como PJ, mas tenho chefe, horário e reunião todo dia." Com horário e ordens, pode ser emprego, mesmo com contrato de PJ. Dá para avaliar pelo seu dia a dia.
O trabalho com carteira em Campinas, em números
Em Campinas, o setor de comércio reúne 19% dos empregos com carteira, seguido de serviços terceirizados (15%) e educação (10%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
455.730pessoas com carteira assinada
São 3,0% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
3,7salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Campinas fica acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
93.590empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
1.139.047moradores
São 1.434 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 795 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Campinas
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
15%dos empregados de empresas sem carteira
São 50.525 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
64%das domésticas e diaristas sem carteira
São 11.309 de 17.689. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
15%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
2,4salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 3,1 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 21% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 35% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 33% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 4,5 salários mínimos. Fica 41% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 4,6 salários mínimos. Fica 64% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 4,0 salários mínimos. Fica 43% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,6 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Campinas
As 12 Varas do Trabalho de Campinas somam 261.416 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Campinas
A ação trabalhista de Campinas corre nas 12 Varas do Trabalho de Campinas, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Jaguariúna e trabalha em Campinas entra com a ação na Vara que atende Campinas.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Campinas
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Campinas
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Campinas pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 12 Varas do Trabalho de Campinas é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
CampinasRegião Metropolitana de CampinasBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Campinas
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Barão Geraldo, Joaquim Egídio, Nova Aparecida, Souzas, Ouro Verde e Campo Grande. Das cidades abaixo, Valinhos é atendida pelas mesmas Varas do Trabalho que Campinas.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Campinas, a ação corre nas 12 Varas do Trabalho de Campinas, que também atendem Jaguariúna e Valinhos.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida José de Souza Campos, 422, Nova Campinas, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Campinas?
Pelo dado mais recente do IBGE, 3,7 salários mínimos, acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de indústria (4,6 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (2,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Fui contratado como PJ, mas tenho chefe e horário. Isso é emprego?
Pode ser. Com horário, ordens e pagamento fixo, a Justiça pode reconhecer o emprego mesmo com contrato de PJ. O STF ainda julga o tema (Tema 1389), e o prazo para entrar com a ação continua correndo. Veja como funciona a pejotização.
Recebo parte do salário por fora. Isso é permitido?
Não. O valor pago fora do holerite faz parte do salário e deve entrar no 13º, nas férias e no FGTS, e a diferença pode ser cobrada. Veja como cobrar o salário por fora.
Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?
Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.
Professor demitido no fim do ano letivo recebe as férias escolares?
Recebe. Quem é dispensado sem justa causa ao terminar o ano letivo ou durante as férias escolares tem direito ao salário dessas férias (Súmula 10 do TST), além do aviso prévio. Veja os direitos de quem dá aula.
A gorjeta entra no meu salário?
Entra na remuneração: soma no 13º, nas férias e no FGTS, mas não serve de base para aviso prévio, adicional noturno, horas extras e descanso semanal (Súmula 354 do TST). Veja como funciona a gorjeta.
Trabalho carregando caixas no armazém. Existe limite de peso?
Existe. A CLT limita a 60 quilos o peso que o empregado pode carregar sozinho (art. 198), e a NR-17 obriga a empresa a organizar o serviço para evitar lesão. Veja os direitos de quem trabalha em logística.
Trabalha em Campinas e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.