Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Advogado trabalhista em Campo Grande: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em Campo Grande, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 7 Varas do Trabalho de Campo Grande. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Campo Grande

  • Onde corre a ação

    Nas 7 Varas do Trabalho de Campo Grande, do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Campo Grande

    "Dou aula numa escola particular em Campo Grande e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.

O trabalho com carteira em Campo Grande, em números

Em Campo Grande, o setor de comércio reúne 19% dos empregos com carteira, seguido de setor público (17%) e educação (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 310.226pessoas com carteira assinada

    São 41,9% de todos os empregados com carteira do Mato Grosso do Sul.

  • 3,2salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Campo Grande fica acima da média do Mato Grosso do Sul, que é de 2,7 salários mínimos.

  • 55.970empresas e organizações

    Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 898.100moradores

    São 111 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 8.083 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Campo Grande

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 24%dos empregados de empresas sem carteira

    São 50.481 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Mato Grosso do Sul, são 25%.

  • 62%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 12.812 de 20.681. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Mato Grosso do Sul, são 73%.

  • 17%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. No Mato Grosso do Sul, são 16.

  • 1,8salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 2,1 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 12% menos que quem tem registro. No Mato Grosso do Sul, a diferença é de 21% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Campo Grande

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 45,1 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 25% abaixo da média do Mato Grosso do Sul, de R$ 60,4 mil.

  • 59%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm o setor público, com 22%, e a indústria, com 16%. No Mato Grosso do Sul, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 38%.

  • +14,1%de moradores desde o censo anterior

    Eram 786.797 e são 898.100. No Mato Grosso do Sul, a variação foi de +12,6%.

  • R$ 40,5 bilhõesde PIB por ano

    São 24,3% de toda a riqueza produzida no Mato Grosso do Sul, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Campo Grande, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 19% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,9 salários mínimos. Fica 5% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 17% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 6,5 salários mínimos. Fica 71% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 14% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 4,1 salários mínimos. Fica 28% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 9% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 3,2 salários mínimos. Fica 23% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 6% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria

O que aconteceu no seu trabalho em Campo Grande?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

Informe seu nome.
Informe um e-mail válido. A avaliação chega por ele.
Confira o número, com o DDD.
Escolha o setor.
Escolha a situação.

Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Campo Grande

As 7 Varas do Trabalho de Campo Grande somam 102.541 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Campo Grande a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Campo Grande em dourado forte; em claro, a área das Varas de Campo Grande. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Campo Grande

A ação trabalhista de Campo Grande corre nas 7 Varas do Trabalho de Campo Grande, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região, com sede em Campo Grande. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Ribas do Rio Pardo e trabalha em Campo Grande entra com a ação na Vara que atende Campo Grande.

  2. As cidades atendidas em Campo Grande

    Além de Campo Grande, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Ribas do Rio Pardo, Água Clara, Sidrolândia e Terenos. O prédio fica na Rua Jornalista Belizário Lima, 418. Ver as 5 cidades atendidas pelas Varas de Campo Grande

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Campo Grande

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Campo Grande

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Campo Grande

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 7 Varas do Trabalho de Campo Grande é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Campo Grande
Campo GrandeMato Grosso do Sul
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região de Campo Grande

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Anhanduí e Rochedinho. Das cidades abaixo, Ribas do Rio Pardo é atendida pelas mesmas Varas do Trabalho que Campo Grande.

Dúvidas de quem trabalha em Campo Grande

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Campo Grande?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Campo Grande, a ação corre nas 7 Varas do Trabalho de Campo Grande, que também atendem Ribas do Rio Pardo, Água Clara, Sidrolândia e Terenos.

Preciso de um advogado trabalhista de Campo Grande?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Campo Grande de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Campo Grande?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Jornalista Belizário Lima, 418, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Campo Grande?

Pelo dado mais recente do IBGE, 3,2 salários mínimos, acima da média do Mato Grosso do Sul, que é de 2,7 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (6,5 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho na secretaria ou na limpeza da escola. As regras do professor valem para mim?

Não. Quem não dá aula segue a jornada e o piso da própria categoria, que estão na convenção coletiva dos auxiliares da escola. Veja os direitos de quem trabalha em escola e creche.

Faço plantão extra e não recebo. Posso cobrar?

Pode. O plantão além da escala é hora extra, com pelo menos 50% a mais e reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?

Tem, se o cargo não dá poder de gestão de verdade e não paga gratificação de pelo menos 40% (CLT, art. 62, II). Veja quando o cargo de confiança tira a hora extra.

Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?

Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.

Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?

Tem. Quem recebeu o auxílio por acidente de trabalho tem 12 meses de estabilidade depois da volta (Lei 8.213, art. 118). Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Trabalha em Campo Grande e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista