Advogado trabalhista em Catu: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Poeira, barulho e nenhum adicional no holerite? Em Catu, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de mineração e extração, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Alagoinhas. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 2 Varas do Trabalho de Alagoinhas, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Catu
"Trabalho numa mineradora em Catu, no meio da poeira e do barulho, e a empresa diz que não tenho adicional." Poeira e ruído acima do limite podem dar insalubridade. O PPP e a perícia mostram a exposição.
O trabalho com carteira em Catu, em números
Em Catu, o setor de mineração e extração reúne 19% dos empregos com carteira, seguido de setor público (18%) e transporte e armazenagem (13%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
10.304pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira da Bahia.
2,9salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Catu fica acima da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos.
1.591empresas e organizações
Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.
48.148moradores
São 113 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 427 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Catu
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
27%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.496 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Na Bahia, são 40%.
88%das domésticas e diaristas sem carteira
São 990 de 1.121. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Na Bahia, são 82%.
22%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 22 são autônomas sem empresa aberta. Na Bahia, são 25.
0,7salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 61% menos que quem tem registro. Na Bahia, a diferença é de 45% a menos.
Salário médio de 4,4 salários mínimos. Fica 28% abaixo da média do setor no Brasil, de 6,1 salários mínimos. Ruído, poeira e produto químico podem dar insalubridade, e o acidente é risco diário.
Salário médio de 2,3 salários mínimos. Fica 39% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 6,1 salários mínimos. Fica 118% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 25% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Contratação como PJ, metas e horas sem controle são os problemas mais frequentes.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Alagoinhas
As 2 Varas do Trabalho de Alagoinhas somam 30.389 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Catu corre nas 2 Varas do Trabalho de Alagoinhas, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, com sede em Salvador. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Alagoinhas e trabalha em Catu entra com a ação na Vara que atende Catu.
02
As cidades atendidas em Alagoinhas
Catu não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Alagoinhas, que atendem também Acajutiba, Aporá, Araçás, Aramari, Cardeal da Silva, Cipó, Conde, Crisópolis, Entre Rios, Esplanada, Inhambupe, Itanagra, Itapicuru, Jandaíra, Nova Soure, Olindina, Ouriçangas, Pedrão, Pojuca, Ribeira do Amparo, Rio Real, Sátiro Dias e Teodoro Sampaio. O prédio fica na Rua do Terminal Rodoviário, 33, Alagoinhas Velha.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Catu
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Catu
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Catu pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de Alagoinhas é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Bela Flor e Sítio Novo. Das cidades abaixo, Itanagra e Pojuca são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Catu.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Catu, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Alagoinhas, que também atendem Alagoinhas, Acajutiba, Aporá, Araçás, Aramari, Cardeal da Silva, Cipó, Conde, Crisópolis, Entre Rios, Esplanada, Inhambupe, Itanagra, Itapicuru, Jandaíra, Nova Soure, Olindina, Ouriçangas, Pedrão, Pojuca, Ribeira do Amparo, Rio Real, Sátiro Dias e Teodoro Sampaio.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua do Terminal Rodoviário, 33, Alagoinhas Velha, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Catu?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,9 salários mínimos, acima da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de transporte e armazenagem (6,1 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,3 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A empresa tem que me entregar o PPP?
Tem. O PPP descreve os riscos do seu trabalho e deve ser entregue na saída (Lei 8.213, art. 58, § 4º). Veja como pedir o PPP.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?
Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?
Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.
Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?
Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.
Trabalha em Catu e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.