Colatina, Espírito Santo

Advogado trabalhista em Colatina: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Poeira, barulho e nenhum adicional no holerite? Em Colatina, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Colatina. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Colatina

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Colatina, do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Colatina

    "Trabalho numa mineradora em Colatina, no meio da poeira e do barulho, e a empresa diz que não tenho adicional." Poeira e ruído acima do limite podem dar insalubridade. O PPP e a perícia mostram a exposição.

O trabalho com carteira em Colatina, em números

Em Colatina, o setor de comércio reúne 25% dos empregos com carteira, seguido de indústria (21%) e setor público (11%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 35.740pessoas com carteira assinada

    São 3,5% de todos os empregados com carteira do Espírito Santo.

  • 2,1salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Colatina fica abaixo da média do Espírito Santo, que é de 2,5 salários mínimos.

  • 7.095empresas e organizações

    Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 120.033moradores

    São 86 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 1.398 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Colatina

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 17%dos empregados de empresas sem carteira

    São 5.341 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Espírito Santo, são 25%.

  • 56%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 988 de 1.773. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Espírito Santo, são 67%.

  • 17%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. No Espírito Santo, são 20.

  • 1,6salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,7 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 8% menos que quem tem registro. No Espírito Santo, a diferença é de 29% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Colatina

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 36,9 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 23% abaixo da média do Espírito Santo, de R$ 47,6 mil.

  • 51%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 29%, e o setor público, com 17%. No Espírito Santo, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 44%.

  • +7,4%de moradores desde o censo anterior

    Eram 111.788 e são 120.033. No Espírito Santo, a variação foi de +9,1%.

  • R$ 4,4 bilhõesde PIB por ano

    São 2,4% de toda a riqueza produzida no Espírito Santo, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Colatina, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 25% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 21% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 36% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 11% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 11% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 5% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 3,9 salários mínimos. Fica 22% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula

O que aconteceu no seu trabalho em Colatina?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Colatina

A Vara do Trabalho de Colatina soma 20.417 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Colatina a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Colatina em dourado forte; em claro, a área da Vara de Colatina. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Colatina

A ação trabalhista de Colatina corre na Vara do Trabalho de Colatina, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região, com sede em Vitória. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Alto Rio Novo e trabalha em Colatina entra com a ação na Vara que atende Colatina.

  2. As cidades atendidas em Colatina

    Além de Colatina, a mesma Vara atende quem trabalha em Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Governador Lindenberg, Itaguaçu, Mantenópolis, Marilândia, Pancas, São Domingos do Norte e São Roque do Canaã. O prédio fica na Rua Bartovino Costa, 80, Vila Nova. Ver as 10 cidades atendidas pela Vara de Colatina

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Colatina

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Colatina

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Colatina

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Colatina é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Colatina
ColatinaEspírito Santo
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região de Colatina

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Ângelo Frechiani, Baunilha, Boapaba, Graça Aranha e Itapina. Das cidades abaixo, Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Governador Lindenberg, Itaguaçu, Mantenópolis, Marilândia e Pancas são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Colatina.

Dúvidas de quem trabalha em Colatina

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Colatina?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Colatina, a ação corre na Vara do Trabalho de Colatina, que também atende Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Governador Lindenberg, Itaguaçu, Mantenópolis, Marilândia, Pancas, São Domingos do Norte e São Roque do Canaã.

Preciso de um advogado trabalhista de Colatina?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Colatina de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Colatina?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Bartovino Costa, 80, Vila Nova, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Colatina?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,1 salários mínimos, abaixo da média do Espírito Santo, que é de 2,5 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de educação (3,9 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,7 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho perto de explosivos na pedreira. Tenho periculosidade?

Tem: quem trabalha exposto a explosivos tem adicional de periculosidade de 30% (NR-16). Veja como funciona a periculosidade.

Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?

Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.

Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?

Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?

É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.

Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?

É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Trabalha em Colatina e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista