Jundiaí, São Paulo

Advogado trabalhista em Jundiaí: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Jundiaí, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre nas 5 Varas do Trabalho de Jundiaí. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Operário olhando o relógio da fábrica no fim do turno

Em resumo, para quem trabalha em Jundiaí

  • Onde corre a ação

    Nas 5 Varas do Trabalho de Jundiaí, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Jundiaí

    "Trabalho numa fábrica em Jundiaí, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.

O trabalho com carteira em Jundiaí, em números

Em Jundiaí, o setor de indústria reúne 25% dos empregos com carteira, seguido de comércio (18%) e serviços terceirizados (15%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 199.782pessoas com carteira assinada

    São 1,3% de todos os empregados com carteira de São Paulo.

  • 3,3salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Jundiaí fica igual à média de São Paulo.

  • 36.583empresas e organizações

    Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 443.221moradores

    São 1.028 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 431 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Jundiaí

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 11%dos empregados de empresas sem carteira

    São 14.669 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.

  • 68%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 2.478 de 3.642. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.

  • 12%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 12 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.

  • 2,8salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 3,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 15% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Jundiaí

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 144 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 104% acima da média de São Paulo, de R$ 70,5 mil.

  • 68%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 27%, e o setor público, com 5%. Em São Paulo, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 66%.

  • +19,7%de moradores desde o censo anterior

    Eram 370.126 e são 443.221. Em São Paulo, a variação foi de +7,6%.

  • R$ 63,8 bilhõesde PIB por ano

    São 2,0% de toda a riqueza produzida em São Paulo, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Jundiaí, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 25% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 4,3 salários mínimos. Fica 54% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 18% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 2,8 salários mínimos. Fica 40% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 6% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 2,9 salários mínimos. Fica 9% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 6% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,8 salários mínimos. Fica 8% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem

O que aconteceu no seu trabalho em Jundiaí?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Informe um e-mail válido. A avaliação chega por ele.
Confira o número, com o DDD.
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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Jundiaí

As 5 Varas do Trabalho de Jundiaí somam 127.100 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Jundiaí a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Jundiaí em dourado forte; em claro, a área das Varas de Jundiaí. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Jundiaí

A ação trabalhista de Jundiaí corre nas 5 Varas do Trabalho de Jundiaí, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Itupeva e trabalha em Jundiaí entra com a ação na Vara que atende Jundiaí.

  2. As cidades atendidas em Jundiaí

    Além de Jundiaí, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Itupeva, Louveira e Vinhedo. O prédio fica na Avenida Carlos Salles Block, 56, Anhangabaú. Ver as 4 cidades atendidas pelas Varas de Jundiaí

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Jundiaí

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Jundiaí

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Jundiaí

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 5 Varas do Trabalho de Jundiaí é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Jundiaí
JundiaíRegião Metropolitana de Jundiaí
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de Jundiaí

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Itupeva e Louveira são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Jundiaí.

Dúvidas de quem trabalha em Jundiaí

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Jundiaí?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Jundiaí, a ação corre nas 5 Varas do Trabalho de Jundiaí, que também atendem Itupeva, Louveira e Vinhedo.

Preciso de um advogado trabalhista de Jundiaí?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Jundiaí de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Jundiaí?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Carlos Salles Block, 56, Anhangabaú, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Jundiaí?

Pelo dado mais recente do IBGE, 3,3 salários mínimos, igual à média de São Paulo. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de indústria (4,3 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,9 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?

Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.

Trabalho carregando caixas no armazém. Existe limite de peso?

Existe. A CLT limita a 60 quilos o peso que o empregado pode carregar sozinho (art. 198), e a NR-17 obriga a empresa a organizar o serviço para evitar lesão. Veja os direitos de quem trabalha em logística.

Sou terceirizado e a empresa trocou de contrato sem pagar o acerto. E agora?

A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.

A cobrança de metas passou do limite. Isso é assédio?

Cobrar meta é permitido. Humilhar, expor quem não bateu e ameaçar de demissão pode ser assédio moral e gerar indenização. Veja o que fazer com metas abusivas.

Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?

Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Trabalha em Jundiaí e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista