Advogado trabalhista em Mairinque: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Mairinque, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de São Roque. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de São Roque, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Mairinque
"Trabalho numa fábrica em Mairinque, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Mairinque, em números
Em Mairinque, o setor de indústria reúne 29% dos empregos com carteira, seguido de serviços terceirizados (20%) e comércio (17%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
10.521pessoas com carteira assinada
São 0,1% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,2salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Mairinque fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
2.424empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
50.027moradores
São 238 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 210 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Mairinque
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
15%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.262 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
69%das domésticas e diaristas sem carteira
São 489 de 710. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
14%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 14 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,6salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 19% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 3,1 salários mínimos. Fica 11% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,0 salário mínimo. Fica 44% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 25% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,3 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 25% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 47% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Contratação como PJ, metas e horas sem controle são os problemas mais frequentes.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de São Roque
A Vara do Trabalho de São Roque soma 22.540 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Mairinque
A ação trabalhista de Mairinque corre na Vara do Trabalho de São Roque, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Alumínio e trabalha em Mairinque entra com a ação na Vara que atende Mairinque.
02
As cidades atendidas em São Roque
Mairinque não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de São Roque, que atende também Alumínio e Araçariguama. O prédio fica na Rua Dr. Angelo Meneguesso, 550, Vila Nova.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Mairinque
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Mairinque
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Mairinque pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de São Roque é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
MairinqueRegião Metropolitana de SorocabaBandeira: Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0.
Cidades da Região Metropolitana de Sorocaba
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, São Roque é atendida pela mesma Vara do Trabalho que Mairinque.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Mairinque, a ação corre na Vara do Trabalho de São Roque, que também atende Alumínio, Araçariguama e São Roque.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Dr. Angelo Meneguesso, 550, Vila Nova, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Mairinque?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,2 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,3 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,0 salário mínimo). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Trabalho perto de máquina barulhenta. Tenho direito a insalubridade?
Pode ter, quando o ruído passa do limite da NR-15 e o protetor não reduz o bastante. O PPP e a perícia mostram isso. Veja como funciona a insalubridade.
Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?
Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.
Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?
Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.
Trabalho carregando caixas no armazém. Existe limite de peso?
Existe. A CLT limita a 60 quilos o peso que o empregado pode carregar sozinho (art. 198), e a NR-17 obriga a empresa a organizar o serviço para evitar lesão. Veja os direitos de quem trabalha em logística.
Trabalha em Mairinque e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.