Advogado trabalhista em Itu: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Itu, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Itu. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Itu, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Itu
"Trabalho numa fábrica em Itu, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Itu, em números
Em Itu, o setor de indústria reúne 26% dos empregos com carteira, seguido de comércio (19%) e serviços terceirizados (12%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
64.106pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,8salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Itu fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
11.357empresas e organizações
Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.
168.240moradores
São 263 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 641 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Itu
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
17%dos empregados de empresas sem carteira
São 8.590 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
56%das domésticas e diaristas sem carteira
São 2.023 de 3.594. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
15%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,8salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,2 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 19% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 3,6 salários mínimos. Fica 29% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 10% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 17% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 2,9 salários mínimos. Fica 9% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 4,0 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,8 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
A Vara do Trabalho de Itu soma 29.905 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.
A ação trabalhista de Itu corre na Vara do Trabalho de Itu, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Cabreúva e trabalha em Itu entra com a ação na Vara que atende Itu.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Itu
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Itu
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Itu pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Itu é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
ItuRegião Metropolitana de SorocabaBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Sorocaba
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Itu, a ação corre na Vara do Trabalho de Itu, que também atende Cabreúva.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Santa Cruz, 533, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Itu?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,8 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (4,0 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Trabalho em hotel. O feriado trabalhado é pago em dobro?
Se não houver folga em outro dia da semana, o feriado trabalhado é pago em dobro (Lei 605, art. 9º, e Súmula 146 do TST). Veja as regras de domingos e feriados.
Recreio e intervalo entre aulas contam como trabalho?
Em regra, contam (STF, ADPF 1058), salvo se a convenção disser outra coisa ou a escola provar que o tempo era seu. Veja os direitos de quem dá aula.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
Vigilante tem direito a periculosidade?
Tem: quem trabalha em segurança pessoal ou patrimonial tem adicional de periculosidade de 30% (CLT, art. 193, II). Veja os direitos do vigilante.
Trabalho numa financeira. Tenho a jornada de bancário?
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.