Advogado trabalhista em Mogi Mirim: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Mogi Mirim, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Mogi Mirim. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Mogi Mirim, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Mogi Mirim
"Trabalho numa fábrica em Mogi Mirim, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Mogi Mirim, em números
Em Mogi Mirim, o setor de indústria reúne 29% dos empregos com carteira, seguido de comércio (17%) e educação (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
36.106pessoas com carteira assinada
São 0,2% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,8salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Mogi Mirim fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
8.111empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
92.558moradores
São 186 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 498 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Mogi Mirim
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
14%dos empregados de empresas sem carteira
São 3.814 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
65%das domésticas e diaristas sem carteira
São 963 de 1.471. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
12%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 12 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,7salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,5 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 31% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 3,5 salários mínimos. Fica 25% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,8 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 23% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 3,9 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 6% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Mogi Mirim
A Vara do Trabalho de Mogi Mirim soma 22.263 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Mogi Mirim
A ação trabalhista de Mogi Mirim corre na Vara do Trabalho de Mogi Mirim, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Artur Nogueira e trabalha em Mogi Mirim entra com a ação na Vara que atende Mogi Mirim.
02
As cidades atendidas em Mogi Mirim
Além de Mogi Mirim, a mesma Vara atende quem trabalha em Artur Nogueira, Engenheiro Coelho, Holambra e Santo Antônio de Posse. O prédio fica na Rua Luiz Gonzaga Guerreiro, 80, Jardim Maria Beatriz. Ver as 5 cidades atendidas pela Vara de Mogi Mirim
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Mogi Mirim
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Mogi Mirim
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Mogi Mirim pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Mogi Mirim é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Martim Francisco.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Mogi Mirim, a ação corre na Vara do Trabalho de Mogi Mirim, que também atende Artur Nogueira, Engenheiro Coelho, Holambra e Santo Antônio de Posse.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Luiz Gonzaga Guerreiro, 80, Jardim Maria Beatriz, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Mogi Mirim?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,8 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,9 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,7 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Trabalho perto de máquina barulhenta. Tenho direito a insalubridade?
Pode ter, quando o ruído passa do limite da NR-15 e o protetor não reduz o bastante. O PPP e a perícia mostram isso. Veja como funciona a insalubridade.
A escola reduziu as minhas aulas. Pode?
Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.
Faço plantão extra e não recebo. Posso cobrar?
Pode. O plantão além da escala é hora extra, com pelo menos 50% a mais e reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?
É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.
Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?
Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.
Trabalha em Mogi Mirim e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.