Advogado trabalhista em Mogi Guaçu: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Mogi Guaçu, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Mogi Guaçu. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Mogi Guaçu, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Mogi Guaçu
"Trabalho numa fábrica em Mogi Guaçu, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Mogi Guaçu, em números
Em Mogi Guaçu, o setor de indústria reúne 28% dos empregos com carteira, seguido de comércio (21%) e setor público (10%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
43.535pessoas com carteira assinada
São 0,3% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,6salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Mogi Guaçu fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
8.920empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
153.658moradores
São 189 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 813 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Mogi Guaçu
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
13%dos empregados de empresas sem carteira
São 5.877 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
75%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.088 de 1.448. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
16%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 16 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,6salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,2 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 26% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 2,9 salários mínimos. Fica 4% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,9 salários mínimos. Fica 24% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 3,9 salários mínimos. Fica 117% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 2,5 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 19% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Mogi Guaçu
A Vara do Trabalho de Mogi Guaçu soma 28.177 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.
Onde corre o processo de quem trabalha em Mogi Guaçu
A ação trabalhista de Mogi Guaçu corre na Vara do Trabalho de Mogi Guaçu, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Estiva Gerbi e trabalha em Mogi Guaçu entra com a ação na Vara que atende Mogi Guaçu.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Mogi Guaçu
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Mogi Guaçu
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Mogi Guaçu pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Mogi Guaçu é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Martinho Prado Júnior. Das cidades abaixo, Estiva Gerbi é atendida pela mesma Vara do Trabalho que Mogi Guaçu.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Mogi Guaçu, a ação corre na Vara do Trabalho de Mogi Guaçu, que também atende Estiva Gerbi.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Brasil, 4801, Jardim Serra Dourada, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Mogi Guaçu?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,6 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de serviços terceirizados (3,9 salários mínimos) e o menor, no de comércio (2,0 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?
Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?
Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.
Trabalho em hotel. O feriado trabalhado é pago em dobro?
Se não houver folga em outro dia da semana, o feriado trabalhado é pago em dobro (Lei 605, art. 9º, e Súmula 146 do TST). Veja as regras de domingos e feriados.
Trabalho na escala 12x36 no hospital. O intervalo é obrigatório?
A lei deixa a empresa dar o intervalo ou pagar por ele (CLT, art. 59-A). Se não deu e não pagou, o tempo pode ser cobrado. Veja como cobrar o intervalo.
Trabalha em Mogi Guaçu e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.