Advogado trabalhista em Nova Mutum: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Horas na fila da descarga, madrugada sem adicional ou peso acima do limite? Em Nova Mutum, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Nova Mutum. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Nova Mutum, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Nova Mutum
"Sou motorista numa transportadora em Nova Mutum e passo horas na fila esperando para descarregar." O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada. O que passar do limite é hora extra.
O trabalho com carteira em Nova Mutum, em números
Em Nova Mutum, o setor de indústria reúne 24% dos empregos com carteira, seguido de comércio (22%) e setor público (10%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
21.437pessoas com carteira assinada
São 2,1% de todos os empregados com carteira do Mato Grosso.
3,3salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Nova Mutum fica acima da média do Mato Grosso, que é de 2,6 salários mínimos.
4.491empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
55.839moradores
São 6 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 9.537 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Nova Mutum
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
13%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.784 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Mato Grosso, são 24%.
70%das domésticas e diaristas sem carteira
São 428 de 613. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Mato Grosso, são 72%.
11%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 11 são autônomas sem empresa aberta. No Mato Grosso, são 16.
2,1salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,3 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 5% menos que quem tem registro. No Mato Grosso, a diferença é de 11% a menos.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 14% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 6,3 salários mínimos. Fica 215% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,7 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,6 salários mínimos. Fica 24% acima da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 43% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 22% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Nova Mutum
A Vara do Trabalho de Nova Mutum soma 10.059 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.
Onde corre o processo de quem trabalha em Nova Mutum
A ação trabalhista de Nova Mutum corre na Vara do Trabalho de Nova Mutum, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, com sede em Cuiabá. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Santa Rita do Trivelato e trabalha em Nova Mutum entra com a ação na Vara que atende Nova Mutum.
02
As cidades atendidas em Nova Mutum
Além de Nova Mutum, a mesma Vara atende quem trabalha em Santa Rita do Trivelato e São José do Rio Claro. O prédio fica na Avenida dos Beija Flores, nº1.182 N, Bairro Jardim das Orquídeas. Ver as 3 cidades atendidas pela Vara de Nova Mutum
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Nova Mutum
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Nova Mutum
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Nova Mutum pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Nova Mutum é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Ranchão. Das cidades abaixo, Santa Rita do Trivelato é atendida pela mesma Vara do Trabalho que Nova Mutum.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Nova Mutum, a ação corre na Vara do Trabalho de Nova Mutum, que também atende Santa Rita do Trivelato e São José do Rio Claro.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida dos Beija Flores, nº1.182 N, Bairro Jardim das Orquídeas, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Nova Mutum?
Pelo dado mais recente do IBGE, 3,3 salários mínimos, acima da média do Mato Grosso, que é de 2,6 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de comércio (6,3 salários mínimos) e o menor, no de transporte e armazenagem (1,6 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?
Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.
Trabalho numa oficina sem carteira. Posso cobrar?
Pode. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem registro, e dá para cobrar o tempo todo. Veja como cobrar o tempo sem registro.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?
A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.
Trabalha em Nova Mutum e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.