Advogado trabalhista em Patos: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Patos, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Patos. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Patos, do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Patos
"Trabalho terceirizado num órgão público em Patos e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.
O trabalho com carteira em Patos, em números
Em Patos, o setor de comércio reúne 27% dos empregos com carteira, seguido de setor público (27%) e educação (9%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
17.612pessoas com carteira assinada
São 2,3% de todos os empregados com carteira da Paraíba.
1,7salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Patos fica abaixo da média da Paraíba, que é de 2,1 salários mínimos.
3.842empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
103.165moradores
São 218 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 473 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Patos
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
47%dos empregados de empresas sem carteira
São 8.625 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Na Paraíba, são 39%.
88%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.690 de 1.915. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Na Paraíba, são 79%.
24%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 24 são autônomas sem empresa aberta. Na Paraíba, são 22.
0,9salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,5 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 39% menos que quem tem registro. Na Paraíba, a diferença é de 39% a menos.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,9 salários mínimos. Fica 50% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 38% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 1,1 salários mínimos. Fica 61% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 22% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 33% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
A Vara do Trabalho de Patos soma 10.528 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Patos corre na Vara do Trabalho de Patos, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, com sede em João Pessoa. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Água Branca e trabalha em Patos entra com a ação na Vara que atende Patos.
02
As cidades atendidas em Patos
Além de Patos, a mesma Vara atende quem trabalha em Água Branca, Areia de Baraúnas, Assunção, Cacimba de Areia, Cacimbas, Catingueira, Condado, Desterro, Emas, Imaculada, Junco do Seridó, Juru, Livramento, Mãe d'Água, Malta, Maturéia, Passagem, Quixaba, Salgadinho, Santa Luzia, Santa Teresinha, São José do Bonfim, São José de Espinharas, São José do Sabugi, São Mamede, Tenório, Taperoá, Teixeira, Várzea e Vista Serrana. O prédio fica na Praça Bivar Olyntho, s/n, Bairro de Brasília. Ver as 31 cidades atendidas pela Vara de Patos
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Patos
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Patos
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Patos pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Patos é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
PatosRegião Metropolitana de PatosBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Patos
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Santa Gertrudes. Das cidades abaixo, Areia de Baraúnas, Cacimba de Areia, Cacimbas, Condado, Desterro, Junco do Seridó, Santa Luzia e Teixeira são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Patos.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Patos, a ação corre na Vara do Trabalho de Patos, que também atende Água Branca, Areia de Baraúnas, Assunção, Cacimba de Areia, Cacimbas, Catingueira, Condado, Desterro, Emas, Imaculada, Junco do Seridó, Juru, Livramento, Mãe d'Água, Malta, Maturéia, Passagem, Quixaba, Salgadinho, Santa Luzia, Santa Teresinha, São José do Bonfim, São José de Espinharas, São José do Sabugi, São Mamede, Tenório, Taperoá, Teixeira, Várzea e Vista Serrana.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Praça Bivar Olyntho, s/n, Bairro de Brasília, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Patos?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,7 salários mínimos, abaixo da média da Paraíba, que é de 2,1 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de educação (2,0 salários mínimos) e o menor, no de indústria (1,1 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?
Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Recreio e intervalo entre aulas contam como trabalho?
Em regra, contam (STF, ADPF 1058), salvo se a convenção disser outra coisa ou a escola provar que o tempo era seu. Veja os direitos de quem dá aula.
Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?
Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.
Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?
Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.
Trabalha em Patos e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.