Porto Velho, Rondônia

Advogado trabalhista em Porto Velho: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Porto Velho, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre nas 8 Varas do Trabalho de Porto Velho. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Porto Velho

  • Onde corre a ação

    Nas 8 Varas do Trabalho de Porto Velho, do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Porto Velho

    "Trabalho terceirizado num órgão público em Porto Velho e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.

O trabalho com carteira em Porto Velho, em números

Em Porto Velho, o setor de setor público reúne 44% dos empregos com carteira, seguido de comércio (16%) e serviços terceirizados (9%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 181.169pessoas com carteira assinada

    São 46,2% de todos os empregados com carteira de Rondônia.

  • 3,3salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Porto Velho fica acima da média de Rondônia, que é de 2,6 salários mínimos.

  • 22.054empresas e organizações

    Em média, 8 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 460.434moradores

    São 14 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 34.091 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Porto Velho

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 28%dos empregados de empresas sem carteira

    São 23.616 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em Rondônia, são 30%.

  • 78%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 6.150 de 7.851. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em Rondônia, são 83%.

  • 23%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 23 são autônomas sem empresa aberta. Em Rondônia, são 24.

  • 1,5salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 17% menos que quem tem registro. Em Rondônia, a diferença é de 20% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Porto Velho

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 48,9 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 16% acima da média de Rondônia, de R$ 42,2 mil.

  • 44%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 27%, e o setor público, com 23%. Em Rondônia, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 38%.

  • +7,4%de moradores desde o censo anterior

    Eram 428.527 e são 460.434. Em Rondônia, a variação foi de +1,2%.

  • R$ 22,5 bilhõesde PIB por ano

    São 33,7% de toda a riqueza produzida em Rondônia, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Porto Velho, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 44% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 4,9 salários mínimos. Fica 29% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 16% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 8% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 4% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 4% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 3,9 salários mínimos. Fica 22% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 3% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 39% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria

O que aconteceu no seu trabalho em Porto Velho?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Porto Velho

As 8 Varas do Trabalho de Porto Velho somam 71.889 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Porto Velho a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Porto Velho em dourado forte; em claro, a área das Varas de Porto Velho. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Porto Velho

A ação trabalhista de Porto Velho corre nas 8 Varas do Trabalho de Porto Velho, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, com sede em Porto Velho. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Candeias do Jamari e trabalha em Porto Velho entra com a ação na Vara que atende Porto Velho.

  2. As cidades atendidas em Porto Velho

    Além de Porto Velho, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste. O prédio fica na Rua Prudente de Morais, 2313, Mocambo. O TRT-14 reúne as Varas de Rondônia e do Acre em polos regionais: a ação pode ser distribuída a qualquer Vara do polo, e a Vara do caso é confirmada na avaliação. Ver as 3 cidades atendidas pelas Varas de Porto Velho

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Porto Velho

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Porto Velho

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Porto Velho

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 8 Varas do Trabalho de Porto Velho é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Porto Velho
Porto VelhoRegião Metropolitana de Porto Velho
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de Porto Velho

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Abunã, Calama, Demarcação, Extrema, Fortaleza do Abunã, Jaci Paraná, Mutum Paraná, Nazaré, Nova Califórnia, São Carlos e Vista Alegre do Abunã. Das cidades abaixo, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Porto Velho.

Dúvidas de quem trabalha em Porto Velho

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Porto Velho?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Porto Velho, a ação corre nas 8 Varas do Trabalho de Porto Velho, que também atendem Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste.

Preciso de um advogado trabalhista de Porto Velho?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Porto Velho de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Porto Velho?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Prudente de Morais, 2313, Mocambo, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Porto Velho?

Pelo dado mais recente do IBGE, 3,3 salários mínimos, acima da média de Rondônia, que é de 2,6 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (4,9 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?

Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.

Técnico de enfermagem tem direito a insalubridade?

Em regra, tem: o contato com pacientes e material contaminado dá insalubridade de 20%, e de 40% no isolamento (NR-15, Anexo 14). Veja os direitos de quem trabalha na enfermagem.

Trabalho como PJ num escritório, com horário e meta. Tenho direitos?

Pode ter. Com horário, ordens e pagamento fixo, a Justiça pode reconhecer o emprego mesmo com CNPJ. Veja como funciona a pejotização.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Sou terceirizado e a empresa trocou de contrato sem pagar o acerto. E agora?

A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.

Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?

Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.

Trabalha em Porto Velho e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista