Advogado trabalhista em Alenquer: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Alenquer, 7 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Óbidos. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Óbidos, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Alenquer
"Trabalho terceirizado num órgão público em Alenquer e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.
O trabalho com carteira em Alenquer, em números
Em Alenquer, o setor de setor público reúne 66% dos empregos com carteira, seguido de saúde (13%) e comércio (11%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
3.697pessoas com carteira assinada
São 0,3% de todos os empregados com carteira do Pará.
2,2salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Alenquer fica abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos.
793empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
69.377moradores
São 3 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 23.645 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Alenquer
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
84%dos empregados de empresas sem carteira
São 4.820 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Pará, são 42%.
99%das domésticas e diaristas sem carteira
São 819 de 829. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Pará, são 85%.
46%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 46 são autônomas sem empresa aberta. No Pará, são 30.
0,8salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 39% menos que quem tem registro. No Pará, a diferença é de 36% a menos.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 37% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 8% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 40% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 4% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 54% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 76% abaixo da média do setor no Brasil, de 4,9 salários mínimos. Contrato como PJ com chefe, horário e meta é o caso que mais se repete no setor.
A Vara do Trabalho de Óbidos soma 2.998 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Alenquer
A ação trabalhista de Alenquer corre na Vara do Trabalho de Óbidos, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, com sede em Belém. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Óbidos e trabalha em Alenquer entra com a ação na Vara que atende Alenquer.
02
As cidades atendidas em Óbidos
Alenquer não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Óbidos, que atende também Curuá, Faro, Juruti, Oriximiná e Terra Santa. O prédio fica na Travessa Bom Jesus, 273, Centro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Alenquer
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Alenquer
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Alenquer pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Óbidos é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Alenquer, a ação corre na Vara do Trabalho de Óbidos, que também atende Óbidos, Curuá, Faro, Juruti, Oriximiná e Terra Santa.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Travessa Bom Jesus, 273, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Alenquer?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,2 salários mínimos, abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (2,4 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,2 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Sou empregado público com carteira. Posso ser demitido sem motivo?
Empresa pública e sociedade de economia mista precisam dizer o motivo da demissão, mesmo sem justa causa (STF, Tema 1022). Veja o que fazer na demissão sem motivo.
Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?
Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Técnico de enfermagem tem direito a insalubridade?
Em regra, tem: o contato com pacientes e material contaminado dá insalubridade de 20%, e de 40% no isolamento (NR-15, Anexo 14). Veja os direitos de quem trabalha na enfermagem.
Trabalha em Alenquer e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.