Assú, Rio Grande do Norte

Advogado trabalhista em Assú: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Coleta de lixo ou esgoto e nada de insalubridade no holerite? Em Assú, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Assú. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Assú

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Assú, do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Assú

    "Trabalho na coleta de lixo em Assú e nunca recebi insalubridade." A coleta de lixo urbano dá insalubridade em grau máximo, de 40%. Dá para cobrar os últimos cinco anos.

O trabalho com carteira em Assú, em números

Em Assú, o setor de comércio reúne 30% dos empregos com carteira, seguido de setor público (20%) e indústria (11%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 7.528pessoas com carteira assinada

    São 1,1% de todos os empregados com carteira do Rio Grande do Norte.

  • 1,8salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Assú fica abaixo da média do Rio Grande do Norte, que é de 2,3 salários mínimos.

  • 1.969empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 56.496moradores

    São 43 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 1.303 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Assú

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 39%dos empregados de empresas sem carteira

    São 3.877 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio Grande do Norte, são 34%.

  • 95%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 571 de 604. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio Grande do Norte, são 79%.

  • 26%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 26 são autônomas sem empresa aberta. No Rio Grande do Norte, são 22.

  • 0,7salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 50% menos que quem tem registro. No Rio Grande do Norte, a diferença é de 37% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Assú

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 38 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 34% acima da média do Rio Grande do Norte, de R$ 28,4 mil.

  • 38%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 35%, e o setor público, com 24%. No Rio Grande do Norte, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 46%.

  • +6,1%de moradores desde o censo anterior

    Eram 53.227 e são 56.496. No Rio Grande do Norte, a variação foi de +4,3%.

  • R$ 2,1 bilhõesde PIB por ano

    São 2,3% de toda a riqueza produzida no Rio Grande do Norte, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Assú, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 30% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 40% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 20% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 3,1 salários mínimos. Fica 18% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 11% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 57% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 8% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 1,1 salários mínimos. Fica 66% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 4% dos empregos com carteira

    Agropecuária

    Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 43% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.

    Ver as horas e os adicionais que a empresa deve

O que aconteceu no seu trabalho em Assú?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Assú

A Vara do Trabalho de Assú soma 7.149 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Assú a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Assú em dourado forte; em claro, a área da Vara de Assú. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Assú

A ação trabalhista de Assú corre na Vara do Trabalho de Assú, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, com sede em Natal. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Angicos e trabalha em Assú entra com a ação na Vara que atende Assú.

  2. As cidades atendidas em Assú

    Além de Assú, a mesma Vara atende quem trabalha em Angicos, Campo Grande, Carnaubais, Fernando Pedroza, Ipanguaçu, Itajá, Janduís, Lajes, Paraú, Porto do Mangue, Santana do Matos, São Rafael, Upanema e Triunfo Potiguar. O prédio fica na Rua Vicente de Paula Filho, 138, Novo Horizonte. Ver as 15 cidades atendidas pela Vara de Assú

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Assú

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Assú

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Assú

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Assú é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Assú
AssúRio Grande do Norte
Bandeira: Wikimedia Commons, CC0.

Cidades da Região de Açu

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Angicos, Ipanguaçu, Itajá, Lajes e Santana do Matos são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Assú.

Dúvidas de quem trabalha em Assú

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Assú?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Assú, a ação corre na Vara do Trabalho de Assú, que também atende Angicos, Campo Grande, Carnaubais, Fernando Pedroza, Ipanguaçu, Itajá, Janduís, Lajes, Paraú, Porto do Mangue, Santana do Matos, São Rafael, Upanema e Triunfo Potiguar.

Preciso de um advogado trabalhista de Assú?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Assú de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Assú?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Vicente de Paula Filho, 138, Novo Horizonte, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Assú?

Pelo dado mais recente do IBGE, 1,8 salários mínimos, abaixo da média do Rio Grande do Norte, que é de 2,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,1 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,0 salário mínimo). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho na lavoura em Assú sem carteira. Tenho direitos?

Tem. O trabalhador rural tem os mesmos direitos de quem trabalha na cidade, mais as regras da Lei 5.889, como o adicional noturno de 25%. Sem registro, dá para pedir na Justiça o reconhecimento do emprego. Veja os direitos do trabalhador rural.

Fui demitido depois de voltar de um afastamento por acidente. Pode?

Quem recebeu o auxílio por acidente de trabalho tem 12 meses de estabilidade depois da volta (Lei 8.213, art. 118). Veja o que fazer quando a demissão vem depois do afastamento.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?

Tem, se o cargo não dá poder de gestão de verdade e não paga gratificação de pelo menos 40% (CLT, art. 62, II). Veja quando o cargo de confiança tira a hora extra.

Sou concursado com carteira assinada numa estatal. Tenho FGTS?

Tem. O empregado público contratado pela CLT tem FGTS, 13º, férias e os demais direitos de quem tem carteira. Veja os direitos do empregado público.

Professor demitido no fim do ano letivo recebe as férias escolares?

Recebe. Quem é dispensado sem justa causa ao terminar o ano letivo ou durante as férias escolares tem direito ao salário dessas férias (Súmula 10 do TST), além do aviso prévio. Veja os direitos de quem dá aula.

Trabalha em Assú e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista