Bastos, São Paulo

Advogado trabalhista em Bastos: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Plantão extra que não aparece no holerite ou insalubridade que não vem? Em Bastos, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Tupã. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Bastos

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Tupã, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Bastos

    "Sou técnica de enfermagem num hospital em Bastos. Faço plantão extra quase toda semana e não aparece no holerite." Plantão além da escala é hora extra, e a insalubridade também precisa estar no holerite.

O trabalho com carteira em Bastos, em números

Em Bastos, o setor de comércio reúne 38% dos empregos com carteira, seguido de indústria (20%) e saúde (15%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 4.501pessoas com carteira assinada

    São 0,0% de todos os empregados com carteira de São Paulo.

  • 2,1salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Bastos fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.

  • 1.524empresas e organizações

    Em média, 3 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 21.503moradores

    São 126 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 171 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Bastos

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 16%dos empregados de empresas sem carteira

    São 985 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.

  • 95%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 192 de 202. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.

  • 11%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 11 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.

  • 1,4salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,6 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 9% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Bastos

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 53,1 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 25% abaixo da média de São Paulo, de R$ 70,5 mil.

  • 46%da economia vem da agropecuária

    Depois vêm o comércio e os serviços, com 31%, e a indústria, com 12%. Em São Paulo, o maior peso é do comércio e dos serviços, com 66%.

  • +5,2%de moradores desde o censo anterior

    Eram 20.445 e são 21.503. Em São Paulo, a variação foi de +7,6%.

  • R$ 1,1 bilhõesde PIB por ano

    São 0,04% de toda a riqueza produzida em São Paulo, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Bastos, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

O que aconteceu no seu trabalho em Bastos?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

Informe seu nome.
Informe um e-mail válido. A avaliação chega por ele.
Confira o número, com o DDD.
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Escolha a situação.

Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Tupã

A Vara do Trabalho de Tupã soma 11.474 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Bastos a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Bastos em dourado forte; em claro, a área da Vara de Tupã. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Bastos

A ação trabalhista de Bastos corre na Vara do Trabalho de Tupã, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Arco-Íris e trabalha em Bastos entra com a ação na Vara que atende Bastos.

  2. As cidades atendidas em Tupã

    Bastos não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Tupã, que atende também Arco-Íris, Herculândia, Iacri, João Ramalho, Parapuã, Quatá, Queiroz, Quintana e Rinópolis. O prédio fica na Rua Nhambiquaras, 604, Centro.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Bastos

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Bastos

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Bastos

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Tupã é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Bastos
BastosSão Paulo
Bandeira: Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0.

Cidades da Região de Tupã

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Tupã, Herculândia, Iacri e Parapuã são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Bastos.

Dúvidas de quem trabalha em Bastos

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Bastos?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Bastos, a ação corre na Vara do Trabalho de Tupã, que também atende Arco-Íris, Herculândia, Iacri, João Ramalho, Parapuã, Quatá, Queiroz, Quintana, Rinópolis e Tupã.

Preciso de um advogado trabalhista de Bastos?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Bastos de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Bastos?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Nhambiquaras, 604, Centro, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Bastos?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,1 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. O setor que mais emprega com carteira na cidade é o de comércio, com cerca de 1.025 pessoas. Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?

Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.

Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?

Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.

Trabalho na lavoura em Bastos sem carteira. Tenho direitos?

Tem. O trabalhador rural tem os mesmos direitos de quem trabalha na cidade, mais as regras da Lei 5.889, como o adicional noturno de 25%. Sem registro, dá para pedir na Justiça o reconhecimento do emprego. Veja os direitos do trabalhador rural.

Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?

É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.

Trabalho perto de máquina barulhenta. Tenho direito a insalubridade?

Pode ter, quando o ruído passa do limite da NR-15 e o protetor não reduz o bastante. O PPP e a perícia mostram isso. Veja como funciona a insalubridade.

Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?

Tem, se o cargo não dá poder de gestão de verdade e não paga gratificação de pelo menos 40% (CLT, art. 62, II). Veja quando o cargo de confiança tira a hora extra.

Trabalha em Bastos e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista