Advogado trabalhista em Castro: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Castro, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Castro. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Castro, do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Castro
"Trabalho numa fábrica em Castro, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Castro, em números
Em Castro, o setor de indústria reúne 30% dos empregos com carteira, seguido de comércio (21%) e setor público (12%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
18.477pessoas com carteira assinada
São 0,5% de todos os empregados com carteira do Paraná.
2,5salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Castro fica abaixo da média do Paraná, que é de 2,7 salários mínimos.
3.727empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
73.075moradores
São 29 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 2.532 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Castro
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
18%dos empregados de empresas sem carteira
São 3.688 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Paraná, são 18%.
75%das domésticas e diaristas sem carteira
São 995 de 1.321. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Paraná, são 75%.
13%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 13 são autônomas sem empresa aberta. No Paraná, são 17.
1,2salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 41% menos que quem tem registro. No Paraná, a diferença é de 21% a menos.
Salário médio de 2,5 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,5 salários mínimos. Fica 8% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,9 salários mínimos. Fica 32% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 3,7 salários mínimos. Fica 61% acima da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 33% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
A Vara do Trabalho de Castro soma 9.284 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.
A ação trabalhista de Castro corre na Vara do Trabalho de Castro, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, com sede em Curitiba. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Carambeí e trabalha em Castro entra com a ação na Vara que atende Castro.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Castro
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Castro
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Castro pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Castro é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Abapã e Socavão. Das cidades abaixo, Carambeí e Piraí do Sul são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Castro.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Castro, a ação corre na Vara do Trabalho de Castro, que também atende Carambeí, Piraí do Sul e Tibagi.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Dom Pedro II, 1027, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Castro?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,5 salários mínimos, abaixo da média do Paraná, que é de 2,7 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de construção (3,7 salários mínimos) e o menor, no de transporte e armazenagem (1,9 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?
A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.
Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?
É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Sou estagiário, mas trabalho como funcionário. Tenho direitos?
Pode ter. Se o estágio não tem relação com o curso, passa da jornada da lei ou não tem supervisão, a Justiça pode reconhecer o emprego (Lei 11.788). Veja quando o estágio vira emprego.
Trabalha em Castro e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.