Cuiabá, Mato Grosso

Advogado trabalhista em Cuiabá: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em Cuiabá, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre nas 9 Varas do Trabalho de Cuiabá. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Cuiabá

  • Onde corre a ação

    Nas 9 Varas do Trabalho de Cuiabá, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Cuiabá

    "Dou aula numa escola particular em Cuiabá e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.

O trabalho com carteira em Cuiabá, em números

Em Cuiabá, o setor de setor público reúne 23% dos empregos com carteira, seguido de comércio (15%) e educação (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 322.991pessoas com carteira assinada

    São 31,8% de todos os empregados com carteira do Mato Grosso.

  • 3,1salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Cuiabá fica acima da média do Mato Grosso, que é de 2,6 salários mínimos.

  • 57.390empresas e organizações

    Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 650.877moradores

    São 150 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 4.327 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Cuiabá

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 23%dos empregados de empresas sem carteira

    São 37.409 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Mato Grosso, são 24%.

  • 62%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 7.659 de 12.343. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Mato Grosso, são 72%.

  • 15%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. No Mato Grosso, são 16.

  • 2,9salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 2,3 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 28% mais que quem tem registro. No Mato Grosso, a diferença é de 11% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Cuiabá

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 52,5 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 25% abaixo da média do Mato Grosso, de R$ 69,8 mil.

  • 63%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 19%, e o setor público, com 18%. No Mato Grosso, o maior peso é da agropecuária, com 38%.

  • +18,1%de moradores desde o censo anterior

    Eram 551.098 e são 650.877. No Mato Grosso, a variação foi de +20,5%.

  • R$ 34,2 bilhõesde PIB por ano

    São 13,4% de toda a riqueza produzida no Mato Grosso, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Cuiabá, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 23% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 4,9 salários mínimos. Fica 29% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 15% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 2,0 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 14% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 2,5 salários mínimos. Fica 22% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 11% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 3,8 salários mínimos. Fica 46% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem

O que aconteceu no seu trabalho em Cuiabá?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Cuiabá

As 9 Varas do Trabalho de Cuiabá somam 79.144 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Cuiabá a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Cuiabá em dourado forte; em claro, a área das Varas de Cuiabá. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Cuiabá

A ação trabalhista de Cuiabá corre nas 9 Varas do Trabalho de Cuiabá, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, com sede em Cuiabá. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Acorizal e trabalha em Cuiabá entra com a ação na Vara que atende Cuiabá.

  2. As cidades atendidas em Cuiabá

    Além de Cuiabá, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger. O prédio fica na Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, 215, Centro Político Administrativo. Ver as 5 cidades atendidas pelas Varas de Cuiabá

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Cuiabá

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Cuiabá

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Cuiabá

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 9 Varas do Trabalho de Cuiabá é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Cuiabá
CuiabáRegião Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Coxipó da Ponte, Coxipó do Ouro, Guia, Nova Esperança (Pequizeiro), Aguaçu e Sucuri. Das cidades abaixo, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Cuiabá.

Dúvidas de quem trabalha em Cuiabá

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Cuiabá?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Cuiabá, a ação corre nas 9 Varas do Trabalho de Cuiabá, que também atendem Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger.

Preciso de um advogado trabalhista de Cuiabá?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Cuiabá de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Cuiabá?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, 215, Centro Político Administrativo, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Cuiabá?

Pelo dado mais recente do IBGE, 3,1 salários mínimos, acima da média do Mato Grosso, que é de 2,6 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (4,9 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho na secretaria ou na limpeza da escola. As regras do professor valem para mim?

Não. Quem não dá aula segue a jornada e o piso da própria categoria, que estão na convenção coletiva dos auxiliares da escola. Veja os direitos de quem trabalha em escola e creche.

Faço plantão extra e não recebo. Posso cobrar?

Pode. O plantão além da escala é hora extra, com pelo menos 50% a mais e reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Sou concursado com carteira assinada numa estatal. Tenho FGTS?

Tem. O empregado público contratado pela CLT tem FGTS, 13º, férias e os demais direitos de quem tem carteira. Veja os direitos do empregado público.

Vigilante tem direito a periculosidade?

Tem: quem trabalha em segurança pessoal ou patrimonial tem adicional de periculosidade de 30% (CLT, art. 193, II). Veja os direitos do vigilante.

Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?

Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.

Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?

Tem. Quem recebeu o auxílio por acidente de trabalho tem 12 meses de estabilidade depois da volta (Lei 8.213, art. 118). Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.

Trabalha em Cuiabá e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista