Curitiba, Paraná

Advogado trabalhista em Curitiba: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em Curitiba, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de serviços terceirizados, e a ação corre nas 23 Varas do Trabalho de Curitiba. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Curitiba

  • Onde corre a ação

    Nas 23 Varas do Trabalho de Curitiba, do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Curitiba

    "Dou aula numa escola particular em Curitiba e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.

O trabalho com carteira em Curitiba, em números

Em Curitiba, o setor de serviços terceirizados reúne 18% dos empregos com carteira, seguido de comércio (16%) e educação (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 950.109pessoas com carteira assinada

    São 27,2% de todos os empregados com carteira do Paraná.

  • 3,6salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Curitiba fica acima da média do Paraná, que é de 2,7 salários mínimos.

  • 230.758empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 1.773.718moradores

    São 4.079 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 435 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Curitiba

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 16%dos empregados de empresas sem carteira

    São 80.857 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Paraná, são 18%.

  • 72%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 14.532 de 20.134. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Paraná, são 75%.

  • 14%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 14 são autônomas sem empresa aberta. No Paraná, são 17.

  • 2,8salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 3,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 7% menos que quem tem registro. No Paraná, a diferença é de 21% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Curitiba

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 63 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 17% acima da média do Paraná, de R$ 53,7 mil.

  • 66%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 22%, e o setor público, com 11%. No Paraná, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 47%.

  • +1,2%de moradores desde o censo anterior

    Eram 1.751.907 e são 1.773.718. No Paraná, a variação foi de +9,6%.

  • R$ 111,8 bilhõesde PIB por ano

    São 18,2% de toda a riqueza produzida no Paraná, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Curitiba, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 16% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 20% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 14% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 4,3 salários mínimos. Fica 34% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 10% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 8,4 salários mínimos. Fica 121% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 8% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 3,7 salários mínimos. Fica 32% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 6% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 3,2 salários mínimos. Fica 23% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem

O que aconteceu no seu trabalho em Curitiba?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Curitiba

As 23 Varas do Trabalho de Curitiba somam 377.775 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Curitiba a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Curitiba em dourado forte; em claro, a área das Varas de Curitiba. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Curitiba

A ação trabalhista de Curitiba corre nas 23 Varas do Trabalho de Curitiba, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, com sede em Curitiba. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Adrianópolis e trabalha em Curitiba entra com a ação na Vara que atende Curitiba.

  2. As cidades atendidas em Curitiba

    Além de Curitiba, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Adrianópolis, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Quatro Barras e Tunas do Paraná. O prédio fica na Avenida Vicente Machado, 400, Centro. Ver as 6 cidades atendidas pelas Varas de Curitiba

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Curitiba

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Curitiba

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Curitiba

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 23 Varas do Trabalho de Curitiba é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Curitiba
CuritibaRegião Metropolitana de Curitiba
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de Curitiba

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Adrianópolis, Bocaiúva do Sul e Campina Grande do Sul são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Curitiba.

Dúvidas de quem trabalha em Curitiba

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Curitiba?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Curitiba, a ação corre nas 23 Varas do Trabalho de Curitiba, que também atendem Adrianópolis, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Quatro Barras e Tunas do Paraná.

Preciso de um advogado trabalhista de Curitiba?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Curitiba de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Curitiba?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Vicente Machado, 400, Centro, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Curitiba?

Pelo dado mais recente do IBGE, 3,6 salários mínimos, acima da média do Paraná, que é de 2,7 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (8,4 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,9 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Professor demitido no fim do ano letivo recebe as férias escolares?

Recebe. Quem é dispensado sem justa causa ao terminar o ano letivo ou durante as férias escolares tem direito ao salário dessas férias (Súmula 10 do TST), além do aviso prévio. Veja os direitos de quem dá aula.

Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?

Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.

O chefe manda mensagem fora do horário. Esse tempo é pago?

Pode ser, quando você precisa ficar disponível para responder: o sobreaviso é pago com um terço da hora normal (Súmula 428 do TST). Veja quando a mensagem fora do horário vira hora paga.

A cobrança de metas passou do limite. Isso é assédio?

Cobrar meta é permitido. Humilhar, expor quem não bateu e ameaçar de demissão pode ser assédio moral e gerar indenização. Veja o que fazer com metas abusivas.

Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?

A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.

Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?

É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Trabalha em Curitiba e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista