Advogado trabalhista em Curvelo: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Obra sem carteira, empreiteiro que sumiu sem pagar ou acerto que não veio? Em Curvelo, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Curvelo. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Curvelo, do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Curvelo
"Trabalho numa obra em Curvelo, sem carteira. O empreiteiro sumiu e não pagou a última quinzena." Se havia horário e ordens, pode ser emprego, e a construtora pode ter que pagar.
O trabalho com carteira em Curvelo, em números
Em Curvelo, o setor de comércio reúne 24% dos empregos com carteira, seguido de indústria (16%) e setor público (12%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
21.360pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira de Minas Gerais.
1,9salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Curvelo fica abaixo da média de Minas Gerais, que é de 2,5 salários mínimos.
3.812empresas e organizações
Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.
80.665moradores
São 24 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 3.296 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Curvelo
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
22%dos empregados de empresas sem carteira
São 4.666 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em Minas Gerais, são 24%.
61%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.156 de 1.907. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em Minas Gerais, são 67%.
17%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. Em Minas Gerais, são 18.
1,1salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,5 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 26% menos que quem tem registro. Em Minas Gerais, a diferença é de 29% a menos.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 25% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 50% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 3,0 salários mínimos. Fica 21% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,3 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 19% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Curvelo
A Vara do Trabalho de Curvelo soma 24.270 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Curvelo corre na Vara do Trabalho de Curvelo, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, com sede em Belo Horizonte. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Augusto de Lima e trabalha em Curvelo entra com a ação na Vara que atende Curvelo.
02
As cidades atendidas em Curvelo
Além de Curvelo, a mesma Vara atende quem trabalha em Augusto de Lima, Biquinhas, Buenópolis, Corinto, Felixlândia, Inimutaba, Joaquim Felício, Monjolos, Morada Nova de Minas, Morro da Garça, Paineiras, Presidente Juscelino, Santo Hipólito e Três Marias. O prédio fica na Rua Desembargador Elias Pinto, 310. Ver as 15 cidades atendidas pela Vara de Curvelo
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Curvelo
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Curvelo
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Curvelo pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Curvelo é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Angueretá, J.K., Santa Rita do Cedro e Tomás Gonzaga. Das cidades abaixo, Augusto de Lima, Buenópolis, Corinto, Felixlândia, Inimutaba, Monjolos, Presidente Juscelino e Três Marias são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Curvelo.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Curvelo, a ação corre na Vara do Trabalho de Curvelo, que também atende Augusto de Lima, Biquinhas, Buenópolis, Corinto, Felixlândia, Inimutaba, Joaquim Felício, Monjolos, Morada Nova de Minas, Morro da Garça, Paineiras, Presidente Juscelino, Santo Hipólito e Três Marias.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Desembargador Elias Pinto, 310, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Curvelo?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,9 salários mínimos, abaixo da média de Minas Gerais, que é de 2,5 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,0 salários mínimos) e o menor, no de indústria (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?
A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?
Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.
Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?
Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.
Meu cargo é de gerente, mas não mando em ninguém. Tenho hora extra?
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.