Embu-Guaçu, São Paulo

Advogado trabalhista em Embu-Guaçu: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Embu-Guaçu, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Operário olhando o relógio da fábrica no fim do turno

Em resumo, para quem trabalha em Embu-Guaçu

  • Onde corre a ação

    Nas 2 Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Embu-Guaçu

    "Trabalho numa fábrica em Embu-Guaçu, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.

O trabalho com carteira em Embu-Guaçu, em números

Em Embu-Guaçu, o setor de indústria reúne 35% dos empregos com carteira, seguido de comércio (26%) e setor público (18%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 9.272pessoas com carteira assinada

    São 0,1% de todos os empregados com carteira de São Paulo.

  • 2,5salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Embu-Guaçu fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.

  • 2.440empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 66.970moradores

    São 430 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 156 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Embu-Guaçu

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 26%dos empregados de empresas sem carteira

    São 3.927 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.

  • 69%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 1.098 de 1.601. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.

  • 19%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 19 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.

  • 1,5salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 2,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 26% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Embu-Guaçu

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 23,1 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 67% abaixo da média de São Paulo, de R$ 70,5 mil.

  • 50%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm o setor público, com 27%, e a indústria, com 24%. Em São Paulo, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 66%.

  • +6,7%de moradores desde o censo anterior

    Eram 62.769 e são 66.970. Em São Paulo, a variação foi de +7,6%.

  • R$ 1,5 bilhõesde PIB por ano

    São 0,05% de toda a riqueza produzida em São Paulo, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Embu-Guaçu, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 35% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 2,6 salários mínimos. Fica 7% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 26% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 18% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 3,9 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 4% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 44% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula

O que aconteceu no seu trabalho em Embu-Guaçu?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra

As 2 Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra somam 26.817 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Embu-Guaçu a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Embu-Guaçu em dourado forte; em claro, a área das Varas de Itapecerica da Serra. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Embu-Guaçu

A ação trabalhista de Embu-Guaçu corre nas 2 Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, com sede em São Paulo. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Itapecerica da Serra e trabalha em Embu-Guaçu entra com a ação na Vara que atende Embu-Guaçu.

  2. As cidades atendidas em Itapecerica da Serra

    Embu-Guaçu não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra, que atendem também Juquitiba e São Lourenço da Serra. O prédio fica na Rua Recife, 15, Parque Paraíso.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Embu-Guaçu

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Embu-Guaçu

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Embu-Guaçu

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Embu-Guaçu
Embu-GuaçuRegião Metropolitana de São Paulo
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de São Paulo

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Cipó-Guaçu.

Dúvidas de quem trabalha em Embu-Guaçu

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Embu-Guaçu?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Embu-Guaçu, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Itapecerica da Serra, que também atendem Itapecerica da Serra, Juquitiba e São Lourenço da Serra.

Preciso de um advogado trabalhista de Embu-Guaçu?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Embu-Guaçu de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Embu-Guaçu?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Recife, 15, Parque Paraíso, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Embu-Guaçu?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,5 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,9 salários mínimos) e o menor, no de hotéis, bares e restaurantes (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?

Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?

Pode pagar, quando fica provado que o órgão não fiscalizou o contrato (Súmula 331, V, do TST). Veja os direitos do terceirizado no setor público.

Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?

É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Trabalho na secretaria ou na limpeza da escola. As regras do professor valem para mim?

Não. Quem não dá aula segue a jornada e o piso da própria categoria, que estão na convenção coletiva dos auxiliares da escola. Veja os direitos de quem trabalha em escola e creche.

Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?

Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.

Trabalha em Embu-Guaçu e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista