São Paulo, São Paulo

Advogado trabalhista em São Paulo: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Gerente só no papel, nove horas por dia ou meta que virou humilhação? Em São Paulo, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de serviços terceirizados, e a ação corre nas 124 Varas do Trabalho de São Paulo. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em São Paulo

  • Onde corre a ação

    Nas 124 Varas do Trabalho de São Paulo, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em São Paulo

    "Trabalho numa agência em São Paulo. Meu cargo diz que sou gerente, mas cumpro 9 horas por dia." Só o gerente-geral fica sem controle de jornada. Nos outros cargos, o que passa de 8 horas é hora extra.

O trabalho com carteira em São Paulo, em números

Em São Paulo, o setor de serviços terceirizados reúne 20% dos empregos com carteira, seguido de comércio (17%) e saúde (9%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 5.181.603pessoas com carteira assinada

    São 34,3% de todos os empregados com carteira de São Paulo.

  • 4salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em São Paulo fica acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.

  • 1.221.001empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 11.451.999moradores

    São 7.528 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 1.521 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em São Paulo

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 19%dos empregados de empresas sem carteira

    São 605.923 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.

  • 63%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 125.859 de 200.666. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.

  • 15%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.

  • 3salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 3,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 13% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de São Paulo

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 82,6 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 17% acima da média de São Paulo, de R$ 70,5 mil.

  • 83%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm a indústria, com 10%, e o setor público, com 7%. Em São Paulo, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 66%.

  • +1,8%de moradores desde o censo anterior

    Eram 11.253.503 e são 11.451.999. Em São Paulo, a variação foi de +7,6%.

  • R$ 945,9 bilhõesde PIB por ano

    São 30,2% de toda a riqueza produzida em São Paulo, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em São Paulo, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 17% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 3,3 salários mínimos. Fica 65% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 9% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 3,6 salários mínimos. Fica 38% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 8% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 5,4 salários mínimos. Fica 42% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 6% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 4,7 salários mínimos. Fica 68% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 6% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 3,7 salários mínimos. Fica 16% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula

O que aconteceu no seu trabalho em São Paulo?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de São Paulo

As 124 Varas do Trabalho de São Paulo somam 889.744 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em São Paulo a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

São Paulo em dourado forte. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em São Paulo

A ação trabalhista de São Paulo corre nas 124 Varas do Trabalho de São Paulo, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, com sede em São Paulo. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Arujá e trabalha em São Paulo entra com a ação na Vara que atende São Paulo.

  2. As cidades atendidas em São Paulo

    As mesmas varas atendem quem trabalha em São Paulo. O prédio fica na Avenida Marquês de São Vicente, 235, Barra Funda. Na capital, as Varas ficam em três fóruns: o Ruy Barbosa, na Barra Funda, o da Zona Leste, na Penha, e o da Zona Sul, no Jardim São Luís.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de São Paulo

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em São Paulo

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em São Paulo

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 124 Varas do Trabalho de São Paulo é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de São Paulo
São PauloRegião Metropolitana de São Paulo
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de São Paulo

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Água Rasa, Alto de Pinheiros, Anhanguera, Aricanduva, Artur Alvim, Barra Funda, Bela Vista, Belém, Bom Retiro, Brás, Brasilândia, Butantã, Cachoeirinha, Cambuci, Campo Belo, Campo Grande, Campo Limpo, Cangaiba, Capão Redondo, Carrão, Casa Verde, Cidade Ademar, Cidade Dutra, Cidade Lider, Cidade Tiradentes, Consolação, Cursino, Ermelino Matarazzo, Freguesia do Ó, Grajaú, Guaianases, Moema, Iguatemi, Ipiranga, Itaim Bibi, Itaim Paulista, Itaquera, Jabaquara, Jaçanã, Jaguara, Jaguaré, Jaraguá, Jardim Ângela, Jardim Helena, Jardim Paulista, Jardim São Luís, José Bonifácio, Lapa, Liberdade, Limão, Mandaqui, Marsilac, Mooca, Morumbi, Parelheiros, Pari, Parque do Carmo, Pedreira, Penha, Perdizes, Perus, Pinheiros, Pirituba, Ponte Rasa, Raposo Tavares, República, Rio Pequeno, Sacomã, Santa Cecília, Santana, Santo Amaro, São Lucas, São Mateus, São Miguel, São Rafael, Sapopemba, Saúde, Sé, Socorro, Tatuapé, Tremembé, Tucuruvi, Vila Andrade, Vila Curuçá, Vila Formosa, Vila Guilherme, Vila Jacuí, Vila Leopoldina, Vila Maria, Vila Mariana, Vila Matilde, Vila Medeiros, Vila Prudente, Vila Sônia, São Domingos e Lajeado.

Dúvidas de quem trabalha em São Paulo

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em São Paulo?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em São Paulo, a ação corre nas 124 Varas do Trabalho de São Paulo.

Preciso de um advogado trabalhista de São Paulo?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em São Paulo de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em São Paulo?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Marquês de São Vicente, 235, Barra Funda, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em São Paulo?

Pelo dado mais recente do IBGE, 4,0 salários mínimos, acima da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (5,4 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (2,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Fui promovido a gerente no banco. Perdi a hora extra?

Só o gerente-geral da agência fica sem controle de jornada (Súmula 287 do TST). Os outros gerentes têm jornada de 8 horas, e o que passar disso é hora extra. Veja quando o cargo de confiança tira a hora extra.

Tenho hora extra trabalhando em home office?

Tem, quando o trabalho é por jornada e a empresa controla o horário. Só quem trabalha por produção ou por tarefa fica fora do controle (CLT, art. 62, III). Veja como cobrar as horas extras.

Trabalho na limpeza ou na portaria. A empresa pode pagar menos que o piso?

Não. Vale o piso da convenção coletiva da sua categoria no lugar onde você trabalha, e a diferença pode ser cobrada. Veja os direitos de quem trabalha na limpeza.

Recebo parte do salário por fora. Isso é permitido?

Não. O valor pago fora do holerite faz parte do salário e deve entrar no 13º, nas férias e no FGTS, e a diferença pode ser cobrada. Veja como cobrar o salário por fora.

Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?

Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.

Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?

É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Trabalha em São Paulo e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista