Advogado trabalhista em Guaíba: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Horas na fila da descarga, madrugada sem adicional ou peso acima do limite? Em Guaíba, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Guaíba. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Guaíba, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Guaíba
"Sou motorista numa transportadora em Guaíba e passo horas na fila esperando para descarregar." O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada. O que passar do limite é hora extra.
O trabalho com carteira em Guaíba, em números
Em Guaíba, o setor de indústria reúne 24% dos empregos com carteira, seguido de comércio (18%) e transporte e armazenagem (13%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
20.108pessoas com carteira assinada
São 0,7% de todos os empregados com carteira do Rio Grande do Sul.
3,1salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Guaíba fica acima da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos.
4.274empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
92.924moradores
São 247 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 376 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Guaíba
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
11%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.601 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio Grande do Sul, são 17%.
66%das domésticas e diaristas sem carteira
São 844 de 1.278. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio Grande do Sul, são 67%.
17%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. No Rio Grande do Sul, são 17.
1,5salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,1 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 29% menos que quem tem registro. No Rio Grande do Sul, a diferença é de 23% a menos.
Salário médio de 5,3 salários mínimos. Fica 89% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 10% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 4% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 4,9 salários mínimos. Fica 29% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 22% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
A Vara do Trabalho de Guaíba soma 15.992 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.
A ação trabalhista de Guaíba corre na Vara do Trabalho de Guaíba, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Barra do Ribeiro e trabalha em Guaíba entra com a ação na Vara que atende Guaíba.
02
As cidades atendidas em Guaíba
Além de Guaíba, a mesma Vara atende quem trabalha em Barra do Ribeiro, Eldorado do Sul, Mariana Pimentel e Sertão Santana. O prédio fica na Rua Serafim da Silva, 120. Ver as 5 cidades atendidas pela Vara de Guaíba
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Guaíba
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Guaíba
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Guaíba pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Guaíba é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
GuaíbaRegião Metropolitana de Porto AlegreBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Guaíba, a ação corre na Vara do Trabalho de Guaíba, que também atende Barra do Ribeiro, Eldorado do Sul, Mariana Pimentel e Sertão Santana.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Serafim da Silva, 120, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Guaíba?
Pelo dado mais recente do IBGE, 3,1 salários mínimos, acima da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de indústria (5,3 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?
Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.
Recebo parte do salário por fora. Isso é permitido?
Não. O valor pago fora do holerite faz parte do salário e deve entrar no 13º, nas férias e no FGTS, e a diferença pode ser cobrada. Veja como cobrar o salário por fora.
Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?
Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Trabalha em Guaíba e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.