Advogado trabalhista em Porto Alegre: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em Porto Alegre, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de educação, e a ação corre nas 30 Varas do Trabalho de Porto Alegre. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 30 Varas do Trabalho de Porto Alegre, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Porto Alegre
"Dou aula numa escola particular em Porto Alegre e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.
O trabalho com carteira em Porto Alegre, em números
Em Porto Alegre, o setor de educação reúne 17% dos empregos com carteira, seguido de comércio (14%) e serviços terceirizados (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
699.207pessoas com carteira assinada
São 22,8% de todos os empregados com carteira do Rio Grande do Sul.
3,8salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Porto Alegre fica acima da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos.
146.301empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
1.332.845moradores
São 2.690 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 495 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Porto Alegre
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
20%dos empregados de empresas sem carteira
São 64.687 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio Grande do Sul, são 17%.
59%das domésticas e diaristas sem carteira
São 12.532 de 21.069. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio Grande do Sul, são 67%.
15%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. No Rio Grande do Sul, são 17.
2,5salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 3,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 15% menos que quem tem registro. No Rio Grande do Sul, a diferença é de 23% a menos.
Salário médio de 2,8 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 20% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 11% acima da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 8,1 salários mínimos. Fica 113% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 4,3 salários mínimos. Fica 65% acima da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 5,2 salários mínimos. Fica 6% acima da média do setor no Brasil, de 4,9 salários mínimos. Contrato como PJ com chefe, horário e meta é o caso que mais se repete no setor.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Porto Alegre
As 30 Varas do Trabalho de Porto Alegre somam 433.058 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Porto Alegre
A ação trabalhista de Porto Alegre corre nas 30 Varas do Trabalho de Porto Alegre, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Alvorada e trabalha em Porto Alegre entra com a ação na Vara que atende Porto Alegre.
02
As cidades atendidas em Porto Alegre
As mesmas varas atendem quem trabalha em Porto Alegre. O prédio fica na Avenida Praia de Belas, 1432, Menino Deus.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Porto Alegre
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Porto Alegre
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Porto Alegre pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem cuida do caso de quem trabalha em Porto Alegre
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 30 Varas do Trabalho de Porto Alegre é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Porto AlegreRegião Metropolitana de Porto AlegreBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Onde corre a ação de quem trabalha em Porto Alegre?
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Porto Alegre, a ação corre nas 30 Varas do Trabalho de Porto Alegre.
Preciso de um advogado trabalhista de Porto Alegre?
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Praia de Belas, 1432, Menino Deus, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Porto Alegre?
Pelo dado mais recente do IBGE, 3,8 salários mínimos, acima da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (8,1 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (2,0 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A escola reduziu as minhas aulas. Pode?
Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.
O chefe manda mensagem fora do horário. Esse tempo é pago?
Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?
Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.