João Pessoa, Paraíba

Advogado trabalhista em João Pessoa: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em João Pessoa, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre nas 13 Varas do Trabalho de João Pessoa. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em João Pessoa

  • Onde corre a ação

    Nas 13 Varas do Trabalho de João Pessoa, do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em João Pessoa

    "Trabalho terceirizado num órgão público em João Pessoa e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.

O trabalho com carteira em João Pessoa, em números

Em João Pessoa, o setor de setor público reúne 33% dos empregos com carteira, seguido de comércio (14%) e serviços terceirizados (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 324.808pessoas com carteira assinada

    São 41,9% de todos os empregados com carteira da Paraíba.

  • 2,6salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em João Pessoa fica acima da média da Paraíba, que é de 2,1 salários mínimos.

  • 48.049empresas e organizações

    Em média, 7 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 833.932moradores

    São 3.970 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 210 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em João Pessoa

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 25%dos empregados de empresas sem carteira

    São 44.394 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Na Paraíba, são 39%.

  • 64%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 9.364 de 14.720. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Na Paraíba, são 79%.

  • 17%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. Na Paraíba, são 22.

  • 1,5salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 20% menos que quem tem registro. Na Paraíba, a diferença é de 39% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de João Pessoa

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 29,6 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 37% acima da média da Paraíba, de R$ 21,7 mil.

  • 60%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm o setor público, com 23%, e a indústria, com 17%. Na Paraíba, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 48%.

  • +15,3%de moradores desde o censo anterior

    Eram 723.515 e são 833.932. Na Paraíba, a variação foi de +5,5%.

  • R$ 24,7 bilhõesde PIB por ano

    São 28,7% de toda a riqueza produzida na Paraíba, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em João Pessoa, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 33% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 3,6 salários mínimos. Fica 5% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 14% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 20% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 9% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 8% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 7% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 4,5 salários mínimos. Fica 41% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 4% dos empregos com carteira

    Construção

    Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na obra

O que aconteceu no seu trabalho em João Pessoa?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de João Pessoa

As 13 Varas do Trabalho de João Pessoa somam 138.905 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em João Pessoa a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

João Pessoa em dourado forte; em claro, a área das Varas de João Pessoa. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em João Pessoa

A ação trabalhista de João Pessoa corre nas 13 Varas do Trabalho de João Pessoa, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, com sede em João Pessoa. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Alhandra e trabalha em João Pessoa entra com a ação na Vara que atende João Pessoa.

  2. As cidades atendidas em João Pessoa

    Além de João Pessoa, as mesmas Varas atendem quem trabalha em Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Conde e Pitimbu. O prédio fica na Rua Aviador Mário Vieira de Melo, 1440, João Agripino. Ver as 7 cidades atendidas pelas Varas de João Pessoa

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de João Pessoa

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em João Pessoa

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em João Pessoa

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 13 Varas do Trabalho de João Pessoa é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de João Pessoa
João PessoaRegião Metropolitana de João Pessoa
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana de João Pessoa

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Alhandra, Bayeux, Cabedelo e Conde são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que João Pessoa.

Dúvidas de quem trabalha em João Pessoa

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em João Pessoa?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em João Pessoa, a ação corre nas 13 Varas do Trabalho de João Pessoa, que também atendem Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Conde e Pitimbu.

Preciso de um advogado trabalhista de João Pessoa?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em João Pessoa de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em João Pessoa?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Aviador Mário Vieira de Melo, 1440, João Agripino, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em João Pessoa?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,6 salários mínimos, acima da média da Paraíba, que é de 2,1 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de educação (4,5 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,2 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Sou empregado público com carteira. Posso ser demitido sem motivo?

Empresa pública e sociedade de economia mista precisam dizer o motivo da demissão, mesmo sem justa causa (STF, Tema 1022). Veja o que fazer na demissão sem motivo.

Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?

Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.

Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?

Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.

Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?

É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?

A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.

Professor demitido no fim do ano letivo recebe as férias escolares?

Recebe. Quem é dispensado sem justa causa ao terminar o ano letivo ou durante as férias escolares tem direito ao salário dessas férias (Súmula 10 do TST), além do aviso prévio. Veja os direitos de quem dá aula.

Trabalha em João Pessoa e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista