Juína, Mato Grosso

Advogado trabalhista em Juína: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Gerente só no papel, nove horas por dia ou meta que virou humilhação? Em Juína, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Juína. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Juína

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Juína, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Juína

    "Trabalho numa agência em Juína. Meu cargo diz que sou gerente, mas cumpro 9 horas por dia." Só o gerente-geral fica sem controle de jornada. Nos outros cargos, o que passa de 8 horas é hora extra.

O trabalho com carteira em Juína, em números

Em Juína, o setor de comércio reúne 37% dos empregos com carteira, seguido de setor público (17%) e indústria (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 8.143pessoas com carteira assinada

    São 0,8% de todos os empregados com carteira do Mato Grosso.

  • 2salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Juína fica abaixo da média do Mato Grosso, que é de 2,6 salários mínimos.

  • 2.121empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 45.869moradores

    São 2 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 26.397 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Juína

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 24%dos empregados de empresas sem carteira

    São 2.677 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Mato Grosso, são 24%.

  • 74%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 677 de 911. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Mato Grosso, são 72%.

  • 17%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 17 são autônomas sem empresa aberta. No Mato Grosso, são 16.

  • 1,7salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 8% menos que quem tem registro. No Mato Grosso, a diferença é de 11% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Juína

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 33,5 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 52% abaixo da média do Mato Grosso, de R$ 69,8 mil.

  • 47%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm o setor público, com 23%, e a agropecuária, com 22%. No Mato Grosso, o maior peso é da agropecuária, com 38%.

  • +16,8%de moradores desde o censo anterior

    Eram 39.255 e são 45.869. No Mato Grosso, a variação foi de +20,5%.

  • R$ 1,5 bilhõesde PIB por ano

    São 0,60% de toda a riqueza produzida no Mato Grosso, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Juína, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

O que aconteceu no seu trabalho em Juína?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

Informe seu nome.
Informe um e-mail válido. A avaliação chega por ele.
Confira o número, com o DDD.
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Escolha a situação.

Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Juína

A Vara do Trabalho de Juína soma 5.906 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Juína a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Juína em dourado forte; em claro, a área da Vara de Juína. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Juína

A ação trabalhista de Juína corre na Vara do Trabalho de Juína, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, com sede em Cuiabá. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Juara e trabalha em Juína entra com a ação na Vara que atende Juína.

  2. As cidades atendidas em Juína

    Além de Juína, a mesma Vara atende quem trabalha em Juara, Aripuanã, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juruena, Rondolândia, Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos. O prédio fica na Av. Jaime Proni, 335-N, Módulo 03. Ver as 10 cidades atendidas pela Vara de Juína

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Juína

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Juína

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Juína

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Juína é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Cidades da Região de Juína

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Filadélfia, Fontanillas e Terra Roxa. Das cidades abaixo, Aripuanã, Castanheira, Colniza e Cotriguaçu são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Juína.

Dúvidas de quem trabalha em Juína

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Juína?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Juína, a ação corre na Vara do Trabalho de Juína, que também atende Juara, Aripuanã, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juruena, Rondolândia, Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos.

Preciso de um advogado trabalhista de Juína?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Juína de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Juína?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Av. Jaime Proni, 335-N, Módulo 03, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Juína?

Pelo dado mais recente do IBGE, 2,0 salários mínimos, abaixo da média do Mato Grosso, que é de 2,6 salários mínimos. O setor que mais emprega com carteira na cidade é o de comércio, com cerca de 2.892 pessoas. Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho numa financeira. Tenho a jornada de bancário?

Tem. Quem trabalha em financeira tem a jornada de 6 horas do bancário (Súmula 55 do TST). Veja os direitos de quem trabalha em banco.

A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?

Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.

Sou estagiário, mas trabalho como funcionário. Tenho direitos?

Pode ter. Se o estágio não tem relação com o curso, passa da jornada da lei ou não tem supervisão, a Justiça pode reconhecer o emprego (Lei 11.788). Veja quando o estágio vira emprego.

Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?

Pode pagar, quando fica provado que o órgão não fiscalizou o contrato (Súmula 331, V, do TST). Veja os direitos do terceirizado no setor público.

Trabalho em home office. A empresa paga a internet e o computador?

Depende do contrato: a lei manda o contrato escrito dizer quem paga os equipamentos e as despesas (CLT, art. 75-D). Veja quem paga os custos do home office.

Trabalho perto de máquina barulhenta. Tenho direito a insalubridade?

Pode ter, quando o ruído passa do limite da NR-15 e o protetor não reduz o bastante. O PPP e a perícia mostram isso. Veja como funciona a insalubridade.

Trabalha em Juína e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista