Advogado trabalhista em Monte Mor: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Monte Mor, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre na Vara do Trabalho de Capivari. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Capivari, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Monte Mor
"Trabalho numa fábrica em Monte Mor, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Monte Mor, em números
Em Monte Mor, o setor de indústria reúne 39% dos empregos com carteira, seguido de serviços terceirizados (16%) e comércio (13%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
16.898pessoas com carteira assinada
São 0,1% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,9salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Monte Mor fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
3.264empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
64.662moradores
São 269 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 241 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Monte Mor
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
16%dos empregados de empresas sem carteira
São 3.006 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
53%das domésticas e diaristas sem carteira
São 503 de 943. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
15%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,4salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 27% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 4,2 salários mínimos. Fica 50% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 17% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 21% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 9% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Capivari
A Vara do Trabalho de Capivari soma 22.227 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra. O primeiro lugar combina com o peso da indústria na cidade, onde ruído, calor e produto químico fazem parte da rotina.
Onde corre o processo de quem trabalha em Monte Mor
A ação trabalhista de Monte Mor corre na Vara do Trabalho de Capivari, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Capivari e trabalha em Monte Mor entra com a ação na Vara que atende Monte Mor.
02
As cidades atendidas em Capivari
Monte Mor não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Capivari, que atende também Elias Fausto, Mombuca, Rafard e Rio das Pedras. O prédio fica na Rua General Osório, 1174/1188, Centro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Monte Mor
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Monte Mor
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Monte Mor pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Capivari é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Monte MorRegião Metropolitana de CampinasBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Campinas
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Monte Mor, a ação corre na Vara do Trabalho de Capivari, que também atende Capivari, Elias Fausto, Mombuca, Rafard e Rio das Pedras.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua General Osório, 1174/1188, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Monte Mor?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,9 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de indústria (4,2 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Sou terceirizado e a empresa trocou de contrato sem pagar o acerto. E agora?
A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.
Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?
Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.