Advogado trabalhista em Queluz: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Poeira, barulho e nenhum adicional no holerite? Em Queluz, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de hotéis, bares e restaurantes, e a ação corre na Vara do Trabalho de Cruzeiro. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Cruzeiro, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Queluz
"Trabalho numa mineradora em Queluz, no meio da poeira e do barulho, e a empresa diz que não tenho adicional." Poeira e ruído acima do limite podem dar insalubridade. O PPP e a perícia mostram a exposição.
O trabalho com carteira em Queluz, em números
Em Queluz, o setor de hotéis, bares e restaurantes reúne 38% dos empregos com carteira, seguido de comércio (31%) e indústria (10%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
1.906pessoas com carteira assinada
São 0,0% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Queluz fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
572empresas e organizações
Em média, 3 empregados com carteira por empresa ou organização.
9.159moradores
São 37 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 249 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Queluz
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
21%dos empregados de empresas sem carteira
São 454 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
92%das domésticas e diaristas sem carteira
São 55 de 60. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
13%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 13 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1salário mínimo de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,5 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 36% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Cerca de 265 pessoas com carteira trabalham neste setor. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Cerca de 84 pessoas com carteira trabalham neste setor. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Cruzeiro
A Vara do Trabalho de Cruzeiro soma 17.655 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Queluz corre na Vara do Trabalho de Cruzeiro, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Arapeí e trabalha em Queluz entra com a ação na Vara que atende Queluz.
02
As cidades atendidas em Cruzeiro
Queluz não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Cruzeiro, que atende também Arapeí, Areias, Bananal, Lavrinhas, São José do Barreiro e Silveiras. O prédio fica na Rua Sebastiao Vieira da Silva, 101, Vila Paulo Romeu.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Queluz
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Queluz
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Queluz pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Cruzeiro é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
QueluzRegião Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral NorteBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Queluz, a ação corre na Vara do Trabalho de Cruzeiro, que também atende Arapeí, Areias, Bananal, Cruzeiro, Lavrinhas, São José do Barreiro e Silveiras.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Sebastiao Vieira da Silva, 101, Vila Paulo Romeu, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Queluz?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,0 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. O setor que mais emprega com carteira na cidade é o de hotéis, bares e restaurantes, com cerca de 323 pessoas. Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Quem trabalha em mina subterrânea tem jornada menor?
Tem. O trabalho em subsolo tem jornada de 6 horas por dia e 36 por semana (CLT, art. 293), e o que passar disso é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na mineração.
Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?
Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.
Sou estagiário, mas trabalho como funcionário. Tenho direitos?
Pode ter. Se o estágio não tem relação com o curso, passa da jornada da lei ou não tem supervisão, a Justiça pode reconhecer o emprego (Lei 11.788). Veja quando o estágio vira emprego.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Trabalho perto de máquina barulhenta. Tenho direito a insalubridade?
Pode ter, quando o ruído passa do limite da NR-15 e o protetor não reduz o bastante. O PPP e a perícia mostram isso. Veja como funciona a insalubridade.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Trabalha em Queluz e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.