Advogado trabalhista em Santo Estêvão: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Santo Estêvão, 5 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre nas 6 Varas do Trabalho de Feira de Santana. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 6 Varas do Trabalho de Feira de Santana, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Santo Estêvão
"Trabalho numa fábrica em Santo Estêvão, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Santo Estêvão, em números
Em Santo Estêvão, o setor de indústria reúne 55% dos empregos com carteira, seguido de setor público (19%) e comércio (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
10.899pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira da Bahia.
1,5salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Santo Estêvão fica abaixo da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos.
1.437empresas e organizações
Em média, 8 empregados com carteira por empresa ou organização.
52.276moradores
São 145 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 360 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Santo Estêvão
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
28%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.993 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Na Bahia, são 40%.
95%das domésticas e diaristas sem carteira
São 527 de 552. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Na Bahia, são 82%.
25%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 25 são autônomas sem empresa aberta. Na Bahia, são 25.
0,7salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,1 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 43% menos que quem tem registro. Na Bahia, a diferença é de 45% a menos.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 57% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 50% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 33% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,1 salários mínimos. Fica 66% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Feira de Santana
As 6 Varas do Trabalho de Feira de Santana somam 70.609 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Santo Estêvão
A ação trabalhista de Santo Estêvão corre nas 6 Varas do Trabalho de Feira de Santana, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, com sede em Salvador. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Feira de Santana e trabalha em Santo Estêvão entra com a ação na Vara que atende Santo Estêvão.
02
As cidades atendidas em Feira de Santana
Santo Estêvão não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Feira de Santana, que atendem também Água Fria, Amélia Rodrigues, Anguera, Antônio Cardoso, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria, Ipecaetá, Irará, Lamarão, Rafael Jambeiro, Santa Bárbara, Santanópolis, São Gonçalo dos Campos, Serra Preta e Tanquinho. O prédio fica na Avenida João Durval Carneiro, 2768, Ponto Central.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Santo Estêvão
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Santo Estêvão
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Santo Estêvão pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem cuida do caso de quem trabalha em Santo Estêvão
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 6 Varas do Trabalho de Feira de Santana é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Água Fria, Amélia Rodrigues, Anguera e Antônio Cardoso são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Santo Estêvão.
Onde corre a ação de quem trabalha em Santo Estêvão?
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Santo Estêvão, a ação corre nas 6 Varas do Trabalho de Feira de Santana, que também atendem Feira de Santana, Água Fria, Amélia Rodrigues, Anguera, Antônio Cardoso, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria, Ipecaetá, Irará, Lamarão, Rafael Jambeiro, Santa Bárbara, Santanópolis, São Gonçalo dos Campos, Serra Preta e Tanquinho.
Preciso de um advogado trabalhista de Santo Estêvão?
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida João Durval Carneiro, 2768, Ponto Central, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Santo Estêvão?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,5 salários mínimos, abaixo da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (2,7 salários mínimos) e o menor, no de educação (1,1 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho em supermercado. Posso ser obrigado a fazer hora extra todo dia?
Pode. O plantão além da escala é hora extra, com pelo menos 50% a mais e reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Vigilante tem direito a periculosidade?
Tem: quem trabalha em segurança pessoal ou patrimonial tem adicional de periculosidade de 30% (CLT, art. 193, II). Veja os direitos do vigilante.
Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?
Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.
Trabalha em Santo Estêvão e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.