Advogado trabalhista em Venâncio Aires: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Venâncio Aires, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre nas 3 Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 3 Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Venâncio Aires
"Trabalho numa fábrica em Venâncio Aires, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Venâncio Aires, em números
Em Venâncio Aires, o setor de indústria reúne 44% dos empregos com carteira, seguido de comércio (20%) e setor público (9%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
18.305pessoas com carteira assinada
São 0,6% de todos os empregados com carteira do Rio Grande do Sul.
2,3salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Venâncio Aires fica abaixo da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos.
4.285empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
68.763moradores
São 89 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 773 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Venâncio Aires
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
13%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.702 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio Grande do Sul, são 17%.
81%das domésticas e diaristas sem carteira
São 382 de 474. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio Grande do Sul, são 67%.
20%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 20 são autônomas sem empresa aberta. No Rio Grande do Sul, são 17.
1,3salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 25% menos que quem tem registro. No Rio Grande do Sul, a diferença é de 23% a menos.
Salário médio de 2,3 salários mínimos. Fica 18% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 4,0 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 8% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,9 salários mínimos. Fica 32% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,7 salários mínimos. Fica 45% abaixo da média do setor no Brasil, de 4,9 salários mínimos. Contrato como PJ com chefe, horário e meta é o caso que mais se repete no setor.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul
As 3 Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul somam 29.425 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Venâncio Aires
A ação trabalhista de Venâncio Aires corre nas 3 Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Santa Cruz do Sul e trabalha em Venâncio Aires entra com a ação na Vara que atende Venâncio Aires.
02
As cidades atendidas em Santa Cruz do Sul
Venâncio Aires não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul, que atendem também Arroio do Tigre, Boqueirão do Leão, Candelária, Encruzilhada do Sul, Estrela Velha, Herveiras, Ibarama, Lagoa Bonita do Sul, Mato Leitão, Pantano Grande, Passa Sete, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Segredo, Sinimbu, Sobradinho, Vale do Sol e Vera Cruz. O prédio fica na Rua Presidente Prudente de Moraes, 603.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Venâncio Aires
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Venâncio Aires
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Venâncio Aires pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem cuida do caso de quem trabalha em Venâncio Aires
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 3 Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Venâncio AiresRio Grande do SulBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região de Santa Cruz do Sul
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Arlindo, Centro Linha Brasil, Deodoro, Estância Nova, Mariante, Palanque, Santa Emília e Vale do Sampaio. Das cidades abaixo, Candelária, Encruzilhada do Sul, Herveiras, Mato Leitão, Pantano Grande, Passo do Sobrado e Rio Pardo são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Venâncio Aires.
Onde corre a ação de quem trabalha em Venâncio Aires?
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Venâncio Aires, a ação corre nas 3 Varas do Trabalho de Santa Cruz do Sul, que também atendem Santa Cruz do Sul, Arroio do Tigre, Boqueirão do Leão, Candelária, Encruzilhada do Sul, Estrela Velha, Herveiras, Ibarama, Lagoa Bonita do Sul, Mato Leitão, Pantano Grande, Passa Sete, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Segredo, Sinimbu, Sobradinho, Vale do Sol e Vera Cruz.
Preciso de um advogado trabalhista de Venâncio Aires?
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Presidente Prudente de Moraes, 603, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Venâncio Aires?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,3 salários mínimos, abaixo da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (4,0 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,7 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Fui contratado como PJ, mas tenho chefe e horário. Isso é emprego?
Pode ser. Com horário, ordens e pagamento fixo, a Justiça pode reconhecer o emprego mesmo com contrato de PJ. O STF ainda julga o tema (Tema 1389), e o prazo para entrar com a ação continua correndo. Veja como funciona a pejotização.
A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?
Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.
Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?
É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.
Trabalho na escala 12x36 no hospital. O intervalo é obrigatório?
A lei deixa a empresa dar o intervalo ou pagar por ele (CLT, art. 59-A). Se não deu e não pagou, o tempo pode ser cobrado. Veja como cobrar o intervalo.
Caí na obra e fiquei afastado pelo INSS. Tenho estabilidade?
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.