Codó, Maranhão

Advogado trabalhista em Codó: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Codó, 5 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Caxias. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Codó

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Caxias, do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Codó

    "Trabalho terceirizado num órgão público em Codó e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.

O trabalho com carteira em Codó, em números

Em Codó, o setor de setor público reúne 48% dos empregos com carteira, seguido de comércio (22%) e indústria (10%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 11.524pessoas com carteira assinada

    São 1,3% de todos os empregados com carteira do Maranhão.

  • 1,3salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Codó fica abaixo da média do Maranhão, que é de 2,2 salários mínimos.

  • 2.078empresas e organizações

    Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 114.275moradores

    São 26 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 4.362 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Codó

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 52%dos empregados de empresas sem carteira

    São 7.160 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Maranhão, são 46%.

  • 99%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 1.572 de 1.595. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Maranhão, são 90%.

  • 31%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 31 são autônomas sem empresa aberta. No Maranhão, são 28.

  • 0,8salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,3 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 42% menos que quem tem registro. No Maranhão, a diferença é de 45% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Codó

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 14,3 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 31% abaixo da média do Maranhão, de R$ 20,6 mil.

  • 33%da economia vem da indústria

    Depois vêm o setor público, com 32%, e o comércio e os serviços, com 30%. No Maranhão, o maior peso é do comércio e dos serviços, com 42%.

  • -3,2%de moradores desde o censo anterior

    Eram 118.038 e são 114.275. No Maranhão, a variação foi de +3,1%.

  • R$ 1,6 bilhõesde PIB por ano

    São 1,2% de toda a riqueza produzida no Maranhão, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Codó, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 48% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 63% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 22% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 10% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,0 salário mínimo. Fica 64% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 3% dos empregos com carteira

    Construção

    Salário médio de 2,6 salários mínimos. Fica 13% acima da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na obra
  • 2% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 1,8 salários mínimos. Fica 44% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula
  • 2% dos empregos com carteira

    Água, esgoto e lixo

    Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 57% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,0 salários mínimos. Coleta de lixo e esgoto costumam dar insalubridade, e o acidente de trajeto é frequente.

    Resposta completa: insalubridade

O que aconteceu no seu trabalho em Codó?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Caxias

A Vara do Trabalho de Caxias soma 13.979 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Codó a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Codó em dourado forte; em claro, a área da Vara de Caxias. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Codó

A ação trabalhista de Codó corre na Vara do Trabalho de Caxias, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, com sede em São Luís. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Afonso Cunha e trabalha em Codó entra com a ação na Vara que atende Codó.

  2. As cidades atendidas em Caxias

    Codó não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Caxias, que atende também Afonso Cunha, Aldeias Altas, Coelho Neto, Duque Bacelar, São João do Soter e Timbiras. O prédio fica na Rua Sete-A, Cidade Judiciária, Campo de Belém.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Codó

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Codó

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Codó

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Caxias é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Codó
CodóRegião Metropolitana da Zona Leste do Estado do Maranhão
Bandeira: Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0.

Cidades da Região Metropolitana da Zona Leste do Estado do Maranhão

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Codozinho e São Raimundo de Codó. Das cidades abaixo, Caxias, Aldeias Altas e São João do Soter são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Codó.

Dúvidas de quem trabalha em Codó

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Codó?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Codó, a ação corre na Vara do Trabalho de Caxias, que também atende Afonso Cunha, Aldeias Altas, Caxias, Coelho Neto, Duque Bacelar, São João do Soter e Timbiras.

Preciso de um advogado trabalhista de Codó?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Codó de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Codó?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Sete-A, Cidade Judiciária, Campo de Belém, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Codó?

Pelo dado mais recente do IBGE, 1,3 salários mínimos, abaixo da média do Maranhão, que é de 2,2 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de construção (2,6 salários mínimos) e o menor, no de indústria (1,0 salário mínimo). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Sou empregado público com carteira. Posso ser demitido sem motivo?

Empresa pública e sociedade de economia mista precisam dizer o motivo da demissão, mesmo sem justa causa (STF, Tema 1022). Veja o que fazer na demissão sem motivo.

A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?

Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.

Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?

A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.

Me machuquei numa máquina da fábrica. A empresa tem que indenizar?

Pode ter, quando houve culpa dela, como máquina sem proteção ou falta de treinamento. Além do auxílio do INSS, você tem 12 meses de estabilidade na volta. Veja os direitos de quem sofreu acidente de trabalho.

Trabalho na secretaria ou na limpeza da escola. As regras do professor valem para mim?

Não. Quem não dá aula segue a jornada e o piso da própria categoria, que estão na convenção coletiva dos auxiliares da escola. Veja os direitos de quem trabalha em escola e creche.

Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?

Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.

Trabalha em Codó e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista