Advogado trabalhista em Corumbá: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Poeira, barulho e nenhum adicional no holerite? Em Corumbá, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Corumbá. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Corumbá, do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Corumbá
"Trabalho numa mineradora em Corumbá, no meio da poeira e do barulho, e a empresa diz que não tenho adicional." Poeira e ruído acima do limite podem dar insalubridade. O PPP e a perícia mostram a exposição.
O trabalho com carteira em Corumbá, em números
Em Corumbá, o setor de setor público reúne 21% dos empregos com carteira, seguido de comércio (19%) e mineração e extração (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
19.407pessoas com carteira assinada
São 2,6% de todos os empregados com carteira do Mato Grosso do Sul.
2,5salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Corumbá fica abaixo da média do Mato Grosso do Sul, que é de 2,7 salários mínimos.
3.217empresas e organizações
Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.
96.268moradores
São 1 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 64.432 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Corumbá
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
28%dos empregados de empresas sem carteira
São 5.236 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Mato Grosso do Sul, são 25%.
73%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.447 de 1.984. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Mato Grosso do Sul, são 73%.
19%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 19 são autônomas sem empresa aberta. No Mato Grosso do Sul, são 16.
1,3salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 28% menos que quem tem registro. No Mato Grosso do Sul, a diferença é de 21% a menos.
Salário médio de 4,8 salários mínimos. Fica 26% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 30% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,2 salários mínimos. Fica 48% abaixo da média do setor no Brasil, de 6,1 salários mínimos. Ruído, poeira e produto químico podem dar insalubridade, e o acidente é risco diário.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 46% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 29% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 1,9 salários mínimos. Fica 32% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Corumbá
A Vara do Trabalho de Corumbá soma 6.978 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Corumbá corre na Vara do Trabalho de Corumbá, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região, com sede em Campo Grande. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Ladário e trabalha em Corumbá entra com a ação na Vara que atende Corumbá.
02
As cidades atendidas em Corumbá
Além de Corumbá, a mesma Vara atende quem trabalha em Ladário. O prédio fica na Alameda Joaquim Alcides Pereira, 16.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Corumbá
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Corumbá
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Corumbá pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Corumbá é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
CorumbáMato Grosso do SulBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região de Corumbá
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Albuquerque, Amolar, Coimbra, Nhecolândia, Paiaguás e Porto Esperança. Das cidades abaixo, Ladário é atendida pela mesma Vara do Trabalho que Corumbá.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Corumbá, a ação corre na Vara do Trabalho de Corumbá, que também atende Ladário.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Alameda Joaquim Alcides Pereira, 16, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Corumbá?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,5 salários mínimos, abaixo da média do Mato Grosso do Sul, que é de 2,7 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (4,8 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Quem trabalha em mina subterrânea tem jornada menor?
Tem. O trabalho em subsolo tem jornada de 6 horas por dia e 36 por semana (CLT, art. 293), e o que passar disso é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na mineração.
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
Faço plantão extra e não recebo. Posso cobrar?
Pode. O plantão além da escala é hora extra, com pelo menos 50% a mais e reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
A gorjeta entra no meu salário?
Entra na remuneração: soma no 13º, nas férias e no FGTS, mas não serve de base para aviso prévio, adicional noturno, horas extras e descanso semanal (Súmula 354 do TST). Veja como funciona a gorjeta.
Trabalha em Corumbá e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.