Advogado trabalhista em Embu das Artes: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Horas na fila da descarga, madrugada sem adicional ou peso acima do limite? Em Embu das Artes, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Embu das Artes. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Embu das Artes, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Embu das Artes
"Sou motorista numa transportadora em Embu das Artes e passo horas na fila esperando para descarregar." O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada. O que passar do limite é hora extra.
O trabalho com carteira em Embu das Artes, em números
Em Embu das Artes, o setor de comércio reúne 26% dos empregos com carteira, seguido de indústria (22%) e transporte e armazenagem (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
48.544pessoas com carteira assinada
São 0,3% de todos os empregados com carteira de São Paulo.
2,6salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Embu das Artes fica abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos.
8.242empresas e organizações
Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.
250.691moradores
São 3.561 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 70 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Embu das Artes
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
17%dos empregados de empresas sem carteira
São 12.138 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em São Paulo, são 17%.
54%das domésticas e diaristas sem carteira
São 3.973 de 7.295. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em São Paulo, são 64%.
18%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 18 são autônomas sem empresa aberta. Em São Paulo, são 16.
1,4salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 23% menos que quem tem registro. Em São Paulo, a diferença é de 20% a menos.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,4 salários mínimos. Fica 21% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,5 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 4,0 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 13% acima da média do setor no Brasil, de 1,5 salários mínimos. Gorjeta fora do salário, escala apertada e horas no fechamento são as queixas mais comuns.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Embu das Artes
A Vara do Trabalho de Embu das Artes soma 23.976 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Embu das Artes
A ação trabalhista de Embu das Artes corre na Vara do Trabalho de Embu das Artes, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, com sede em São Paulo. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Arujá e trabalha em Embu das Artes entra com a ação na Vara que atende Embu das Artes.
02
As cidades atendidas em Embu das Artes
A mesma vara atende quem trabalha em Embu das Artes. O prédio fica na Rua Belo Horizonte, 326, Centro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Embu das Artes
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Embu das Artes
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Embu das Artes pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem cuida do caso de quem trabalha em Embu das Artes
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Embu das Artes é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Embu das ArtesRegião Metropolitana de São PauloBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de São Paulo
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.
Onde corre a ação de quem trabalha em Embu das Artes?
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Embu das Artes, a ação corre na Vara do Trabalho de Embu das Artes.
Preciso de um advogado trabalhista de Embu das Artes?
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Belo Horizonte, 326, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Embu das Artes?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,6 salários mínimos, abaixo da média de São Paulo, que é de 3,3 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (4,0 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,6 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?
Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.
Tenho hora extra trabalhando em home office?
Tem, quando o trabalho é por jornada e a empresa controla o horário. Só quem trabalha por produção ou por tarefa fica fora do controle (CLT, art. 62, III). Veja como cobrar as horas extras.
Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?
É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
Vigilante tem direito a periculosidade?
Tem: quem trabalha em segurança pessoal ou patrimonial tem adicional de periculosidade de 30% (CLT, art. 193, II). Veja os direitos do vigilante.
Trabalha em Embu das Artes e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.