Advogado trabalhista em Extrema: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Horas na fila da descarga, madrugada sem adicional ou peso acima do limite? Em Extrema, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre nas 3 Varas do Trabalho de Pouso Alegre. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 3 Varas do Trabalho de Pouso Alegre, do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Extrema
"Sou motorista numa transportadora em Extrema e passo horas na fila esperando para descarregar." O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada. O que passar do limite é hora extra.
O trabalho com carteira em Extrema, em números
Em Extrema, o setor de indústria reúne 36% dos empregos com carteira, seguido de transporte e armazenagem (19%) e comércio (16%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
41.637pessoas com carteira assinada
São 0,8% de todos os empregados com carteira de Minas Gerais.
2,3salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Extrema fica abaixo da média de Minas Gerais, que é de 2,5 salários mínimos.
3.530empresas e organizações
Em média, 12 empregados com carteira por empresa ou organização.
53.482moradores
São 219 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 245 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Extrema
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
10%dos empregados de empresas sem carteira
São 1.906 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em Minas Gerais, são 24%.
76%das domésticas e diaristas sem carteira
São 250 de 331. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em Minas Gerais, são 67%.
11%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 11 são autônomas sem empresa aberta. Em Minas Gerais, são 18.
1,6salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,9 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 14% menos que quem tem registro. Em Minas Gerais, a diferença é de 29% a menos.
Salário médio de 2,5 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,3 salários mínimos. Fica 18% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 10% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 11% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 3,5 salários mínimos. Fica 8% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 7% acima da média do setor no Brasil, de 1,5 salários mínimos. Gorjeta fora do salário, escala apertada e horas no fechamento são as queixas mais comuns.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Pouso Alegre
As 3 Varas do Trabalho de Pouso Alegre somam 67.581 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Extrema corre nas 3 Varas do Trabalho de Pouso Alegre, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, com sede em Belo Horizonte. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Albertina e trabalha em Extrema entra com a ação na Vara que atende Extrema.
02
As cidades atendidas em Pouso Alegre
Extrema não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Pouso Alegre, que atendem também Albertina, Bom Repouso, Borda da Mata, Bueno Brandão, Camanducaia, Cambuí, Congonhal, Córrego do Bom Jesus, Espírito Santo do Dourado, Estiva, Inconfidentes, Itapeva, Jacutinga, Monte Sião, Munhoz, Ouro Fino, São João da Mata, Senador Amaral, Senador José Bento, Silvianópolis, Tocos do Moji, Toledo e Turvolândia. O prédio fica na Avenida Coronel Armando Rubens Storino, 2715, Residencial Santa Rita II.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Extrema
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Extrema
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Extrema pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 3 Varas do Trabalho de Pouso Alegre é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Juncal. Das cidades abaixo, Pouso Alegre, Bom Repouso, Camanducaia, Cambuí, Itapeva, Monte Sião e Ouro Fino são atendidas pelas mesmas Varas do Trabalho que Extrema.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Extrema, a ação corre nas 3 Varas do Trabalho de Pouso Alegre, que também atendem Albertina, Bom Repouso, Borda da Mata, Bueno Brandão, Camanducaia, Cambuí, Congonhal, Córrego do Bom Jesus, Espírito Santo do Dourado, Estiva, Inconfidentes, Itapeva, Jacutinga, Monte Sião, Munhoz, Ouro Fino, Pouso Alegre, São João da Mata, Senador Amaral, Senador José Bento, Silvianópolis, Tocos do Moji, Toledo e Turvolândia.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Coronel Armando Rubens Storino, 2715, Residencial Santa Rita II, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Extrema?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,3 salários mínimos, abaixo da média de Minas Gerais, que é de 2,5 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,5 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,6 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Sou terceirizado e a empresa trocou de contrato sem pagar o acerto. E agora?
A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto se a primeira não pagar (Súmula 331, IV, do TST). Veja quem responde na terceirização.
Trabalho em supermercado. Posso ser obrigado a fazer hora extra todo dia?
Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?
Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalha em Extrema e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.