Feijó, Acre

Advogado trabalhista em Feijó: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Acerto que não saiu na troca de empresa ou salário atrasado na terceirizada? Em Feijó, 5 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de serviços terceirizados, e a ação corre na Vara do Trabalho de Feijó. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Feijó

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Feijó, do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Feijó

    "Sou porteiro terceirizado em Feijó. Trocaram a empresa do contrato e a antiga não pagou meu acerto." A empresa que assinou a carteira deve o acerto, e a que recebia o serviço pode responder junto.

O trabalho com carteira em Feijó, em números

Em Feijó, o setor de serviços terceirizados reúne 46% dos empregos com carteira, seguido de comércio (22%) e saúde (17%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 2.418pessoas com carteira assinada

    São 1,5% de todos os empregados com carteira do Acre.

  • 1,8salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Feijó fica abaixo da média do Acre, que é de 2,5 salários mínimos.

  • 612empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 35.426moradores

    São 1 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 27.977 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Feijó

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 67%dos empregados de empresas sem carteira

    São 2.136 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Acre, são 41%.

  • 96%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 924 de 964. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Acre, são 88%.

  • 27%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 27 são autônomas sem empresa aberta. No Acre, são 23.

  • 0,8salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,3 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 39% menos que quem tem registro. No Acre, a diferença é de 28% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Feijó

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 18,1 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 37% abaixo da média do Acre, de R$ 28,5 mil.

  • 45%da economia vem do setor público

    Depois vêm a agropecuária, com 32%, e o comércio e os serviços, com 19%. No Acre, o maior peso é do comércio e dos serviços, com 40%.

  • +9,3%de moradores desde o censo anterior

    Eram 32.412 e são 35.426. No Acre, a variação foi de +13,1%.

  • R$ 640 milhõesde PIB por ano

    São 2,7% de toda a riqueza produzida no Acre, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Feijó, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

O que aconteceu no seu trabalho em Feijó?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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Confira o número, com o DDD.
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Seus dados ficam só com a equipe da advogada.

O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Feijó

A Vara do Trabalho de Feijó soma 3.163 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Feijó a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Feijó em dourado forte; em claro, a área da Vara de Feijó. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Feijó

A ação trabalhista de Feijó corre na Vara do Trabalho de Feijó, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, com sede em Porto Velho. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Tarauacá e trabalha em Feijó entra com a ação na Vara que atende Feijó.

  2. As cidades atendidas em Feijó

    Além de Feijó, a mesma Vara atende quem trabalha em Tarauacá e Jordão. O prédio fica na Rua Anastácio Barroso, 344, Centro. O TRT-14 reúne as Varas de Rondônia e do Acre em polos regionais: a ação pode ser distribuída a qualquer Vara do polo, e a Vara do caso é confirmada na avaliação.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Feijó

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Feijó

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Feijó

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Feijó é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Feijó
FeijóAcre
Bandeira: Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Cidades da Região de Tarauacá

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Tarauacá e Jordão são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Feijó.

Dúvidas de quem trabalha em Feijó

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Feijó?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Feijó, a ação corre na Vara do Trabalho de Feijó, que também atende Tarauacá e Jordão.

Preciso de um advogado trabalhista de Feijó?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Feijó de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Feijó?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Anastácio Barroso, 344, Centro, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Feijó?

Pelo dado mais recente do IBGE, 1,8 salários mínimos, abaixo da média do Acre, que é de 2,5 salários mínimos. O setor que mais emprega com carteira na cidade é o de serviços terceirizados, com cerca de 520 pessoas. Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho na limpeza ou na portaria. A empresa pode pagar menos que o piso?

Não. Vale o piso da convenção coletiva da sua categoria no lugar onde você trabalha, e a diferença pode ser cobrada. Veja os direitos de quem trabalha na limpeza.

Faço plantão extra e não recebo. Posso cobrar?

Pode. O plantão além da escala é hora extra, com pelo menos 50% a mais e reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.

Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?

Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.

A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?

Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.

Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?

Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.

Porteiro da noite tem adicional noturno depois das 5h?

Tem. As horas entre 22h e 5h valem 20% a mais, e quem continua trabalhando depois das 5h recebe o adicional também nessas horas (Súmula 60 do TST). Veja os direitos do porteiro e do zelador.

Trabalha em Feijó e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista