Advogado trabalhista em Gaspar: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Troca de uniforme fora do ponto, turno que não para ou acidente com máquina? Em Gaspar, 5 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de indústria, e a ação corre nas 4 Varas do Trabalho de Blumenau. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 4 Varas do Trabalho de Blumenau, do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Gaspar
"Trabalho numa fábrica em Gaspar, no turno da tarde. A empresa manda trocar de uniforme antes de bater o ponto." Se a troca tem que ser feita na empresa, esse tempo pode contar como hora trabalhada.
O trabalho com carteira em Gaspar, em números
Em Gaspar, o setor de indústria reúne 51% dos empregos com carteira, seguido de comércio (20%) e setor público (5%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
27.913pessoas com carteira assinada
São 1,0% de todos os empregados com carteira de Santa Catarina.
2,4salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Gaspar fica abaixo da média de Santa Catarina, que é de 2,7 salários mínimos.
6.000empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
72.570moradores
São 188 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 387 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Gaspar
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
13%dos empregados de empresas sem carteira
São 3.323 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Em Santa Catarina, são 13%.
81%das domésticas e diaristas sem carteira
São 302 de 373. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Em Santa Catarina, são 70%.
15%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 15 são autônomas sem empresa aberta. Em Santa Catarina, são 16.
1,8salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,1 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 15% menos que quem tem registro. Em Santa Catarina, a diferença é de 11% a menos.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 14% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 10% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,6 salários mínimos. Fica 5% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,0 salários mínimos. Fica 33% acima da média do setor no Brasil, de 1,5 salários mínimos. Gorjeta fora do salário, escala apertada e horas no fechamento são as queixas mais comuns.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 21% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 1,8 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Blumenau
As 4 Varas do Trabalho de Blumenau somam 46.303 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Gaspar corre nas 4 Varas do Trabalho de Blumenau, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, com sede em Florianópolis. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Blumenau e trabalha em Gaspar entra com a ação na Vara que atende Gaspar.
02
As cidades atendidas em Blumenau
Gaspar não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Blumenau. O prédio fica na Avenida Beira-Rio, 1185, Centro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Gaspar
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Gaspar
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Gaspar pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 4 Varas do Trabalho de Blumenau é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
GasparRegião Metropolitana do Vale do ItajaíBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana do Vale do Itajaí
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Blumenau é atendida pelas mesmas Varas do Trabalho que Gaspar.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Gaspar, a ação corre nas 4 Varas do Trabalho de Blumenau, que também atendem Blumenau.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Beira-Rio, 1185, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Gaspar?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,4 salários mínimos, abaixo da média de Santa Catarina, que é de 2,7 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,6 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,8 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Fico depois do fechamento limpando a cozinha. Isso é hora extra?
É, se passar da sua jornada: cada hora a mais vale pelo menos 50% acima da hora normal, com reflexo no 13º, nas férias e no FGTS. Veja como cobrar as horas extras.
A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?
Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Trabalho em obra sem carteira assinada. Tenho direitos?
Tem. Com horário, ordens e pagamento, é emprego mesmo sem registro, e dá para cobrar a carteira, o FGTS e as férias de todo o período. Veja como cobrar o tempo sem registro.
Técnico de enfermagem tem direito a insalubridade?
Em regra, tem: o contato com pacientes e material contaminado dá insalubridade de 20%, e de 40% no isolamento (NR-15, Anexo 14). Veja os direitos de quem trabalha na enfermagem.
Trabalha em Gaspar e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.